Bom Dia Amigos!!
A ansiedade nos faz sofrer por antecipação, nos faz criar, imaginar as coisas bem maiores do que realmente são...
Reflitam!!
As mãos suam, o corpo treme, a respiração fica ofegante, uma sensação de náusea e aquela palpitação inegável no coração.
Todos estes são sinais de um dos males modernos:
a ansiedade.
A vida, nos dias de hoje, é repleta de cobranças: no trabalho, na família, nas relações sociais.
A cada dia estamos mais cheios de tarefas, compromissos, pendências. Uma lista enorme de coisas a fazer. E nem sempre o tempo é suficiente.
Vem então à sensação desagradável de ter de fazer mais coisas do que damos conta.
É comum ouvirmos as pessoas se queixando:
"Tenho tanto a fazer e gostaria apenas de dormir.De ficar com minha família, de assistir a um bom filme, de brincar com meus animais de estimação..."
Por outro lado, as exigências da vida moderna nos obrigam a fazer cursos, aperfeiçoar os conhecimentos.
É a era da informação.
Como conciliar tudo isso com o natural desejo de se instruir, melhorar de vida, aproveitar oportunidades, evoluir?
O caminho do equilíbrio é a solução.
É natural desejar o progresso e o aperfeiçoamento, tanto nos campos ético-moral, como intelectual.
É da natureza humana estar em permanente aprendizado, adquirindo conhecimento e agregando valor à sua bagagem cultural.
Mas o grande problema de nossos dias é a ausência de limites. Estamos cada vez mais comandados pelas pressões externas, subjugados pelas imposições dos diversos grupos sociais.
Raras vezes pensamos por nós. Não costumamos refletir sobre o que realmente nos interessa.
Em geral, tomamos decisões sob extrema pressão. Resultado: desejamos fazer de tudo um pouco. Queremos ler tudo, não desejamos a pecha de desinformado.
E a conseqüência imediata é o stress.
O corpo não suporta tanta pressão: adoece.
Nossa reação a esse mundo globalizado deveria ser serena:
"Vou aprender o que puder, quando puder e no meu ritmo, sem forçar minha natureza.
Vou trabalhar no limite de minhas forças, fazendo o melhor que puder, mas sem a obrigação de provar coisas a chefes e colegas de trabalho."
A tradução disso tudo? Estar no comando da própria vida.
Uma frase de Jesus é bastante significativa para os nossos dias: "Não vos preocupeis com o que haveis de comer ou de beber. Não é o corpo mais que a veste?"
* * *
Se você acredita em Deus,
tenha em mente que você jamais estará desamparado.
Todas as coisas estarão bem se você estiver em paz. Pois a paz vai gerar saúde do corpo. Com isso, você poderá trabalhar, sustentar a família, adquirir os bens que deseja.
Apenas seja cauteloso: não se deixe envolver a tal ponto no turbilhão do mundo, de maneira que o mundo o arraste para o olho desse furacão de stress.
Vigie suas reações. Monitore seus planos de vida. Pergunte-se: "Para que, realmente, quero isso?"
Faça a diferença entre o supérfluo e o necessário e verifique se a sua opção não está contaminada pelos excessos.
No final, você verá que, em um processo inteiramente natural, a ansiedade irá, aos poucos, desaparecer.
Queridos Amigos!!
Não deixe que o trabalho tome conta de sua vida, tanto a ponto de não sobrar tempo conversar com seus amigos, de visitar e estar presente em datas importantes de sua família, e de não sobrar tempo para o seu lazer... Organize o que é prioridade para você, o que é importante em sua vida! Organize-se de modo que possa atender aos desejos de seu coração também!
Um forte abraço!!
Velho Sábio!!
http://www.velhosabio.com.br/momentodereflexao/517/Ansiedade.html
AMIGOS,
GOSTARIA DE COMPARTILHAR COM VOCÊS A HISTÓRIA DA MULHER QUE FEZ DE SUA PROFISSÃO HUMANIZAÇÃO E AMOR AO PRÓXIMO.
SULIVAN MEDEIROS- A HUMANIZADORA HOSPITALAR
25 ANOS DE SEU FALECIMENTO DIA 19 DE JANEIRO DE 2012
SÁBADO HAVERÁ MISSA NA CAPELA DO HOSPITAL DO SERIDÓ ÁS 17H PARA CELEBRAR 25 ANOS DE PARTIDA DA MAIOR HUMANIZADORA DA SAÚDE DE CAICÓ-SULIVAN MEDEIROS.
SULIVAN MEDEIROS “A HUMANIZADORA HOSPITALAR” 25 ANOS DE SEU FALECIMENTO
No Hospital do Seridó em Caicó, Rn existiu uma mulher exemplo de voluntariado e caridade que se dedicou aos que sofrem e mais necessitados.
Terceira filha do casal Xisto Quintino de Medeiros e Joana Massilon de Medeiros, a sabujiense Sulivan Medeiros nascida aos 25 de Setembro de 1940, ainda muito jovem deixa sua terra natal em busca de dias melhores ao lado dos pais e irmãos.
De cidade em cidade, foi em Caicó que a família de seu Xisto se instalou, deixando neste chão traço de um povo humilde, honesto e temente a Deus.
Como costureira no ateliê das Deodato, a sabujiense logo se firma na profissão para ajudar no sustento da casa e nos estudos dos irmãos.
Católica fervorosa se dedicou a capela de São José em 1965 na congregação filhas de Maria e movimento em prol das vocações sacerdotais.
Ao lado de irmão Melânia e algumas religiosas como: Mariquinha de Luis Porfírio, Josefa Brasil entre outras criaram o grupo de catequese onde preparavam crianças para a primeira eucaristia, imprimindo assim em tais crianças a educação religiosa.
Após anos dedicados ao corte e costura, Sulivan inicia seu trabalho na saúde em 1965 no SESP como copeira. No Hospital do Seridó, após o término do curso de auxiliar de enfermagem recebe o convite do Dr. Vivaldo Costa para trabalhar na referida casa de saúde. Foi na pediatria desta unidade hospitalar que a “enfermeira” Sulivan Medeiros como era mais conhecida se dedicou aos cuidados com as crianças internadas ao lado do Médico Valdemar Cordeiro Filho.
Além dos seus trabalhos de auxiliar de enfermagem, a enfermeira de vestes brancas orientava pais e acompanhantes sobre higiene, vacinação, nutrição infantil e cuidados na saúde da criança. Em procedimentos hospitalares como injeção, aplicação de soro e curativos, o ANJO BRANCO preparava a criança com conversas e brincadeiras antes de tais procedimentos, afim de uma internação menos dolorosa. Após a alta, a auxiliar de enfermagem ainda acompanhava o paciente infantil em seu domicilio deixando de fazer as visitas após a cura definitiva do paciente.
Fora de seu horário de expediente, Sulivan Medeiros dedicava-se voluntariamente a curativos, aplicações de soro e injeções, visitas domiciliares aos enfermos, verificação arterial, além de acompanhamento de internação domiciliar.
No hospital do Seridó, Sulivan Medeiros preocupava-se com a utilização da humanização dentro da instituição hospitalar, pois bem sabia que esse método colaborava para uma internação com resultados mais significativos no que diz respeito à cura.
Nas enfermarias do hospital, a sabujiense também acompanhava adultos, preocupando-se quando um pai de família vivia em condições de uma internação prolongada, já que era do trabalho daquele pai que se retirava o sustento daquela família. Nestes casos Sulivan angariava recursos e donativos para amenizar a situação financeira no período em que o chefe da casa estava enfermo. Neste trabalho, a auxiliar também angariava remédios, roupas e agasalhos para os mais necessitados que todos os dias se internavam no hospital de Caicó.
Após anos de trabalho na pediatria ao lado do Dr. Valdemar Cordeiro, Sulivan é nomeada chefe da cozinha do hospital do seridó onde se dedicou ardorosamente aos cuidados com a boa alimentação e higienização da cozinha e do hospital como um todo.
Sabe-se que Sulivan utilizava inseticidas para combater formigas e outros insetos dentro da casa de saúde além do contato com outros produtos químicos utilizados naquela época para a higienização de ambientes hospitalares. Porém não se comprova que isso teria desencadeado a leucemia em 1986.
Poucos meses, o anjo de vestes brancas lutou contra a leucemia, naquela época tão pouco falada. Durante o tratamento, Sulivan era vista deitada em uma rede na sala de sua casa com um lenço amarrado na cabeça ouvindo músicas de Padre Zezinho.
Em 19 de Janeiro de 1987, após uma aplicação de quimioterapia em Natal, Sulivan Medeiros queixa-se para sua irmã Socorro Medeiros de forte dor de cabeça. Enquanto sua irmã sai para chamar a enfermeira, um padre e uma freira depois não identificados entram a enfermaria ficando um a direita da cama e outro a esquerda e Socorro a observar a conversa.
Naquele momento ás 06hs da manhã, segundo testemunho, Sulivan Medeiros conversa com o padre e a freira abrindo sorrisos, fecha os olhos e dar seu último suspiro.
O seu corpo foi conduzido de Natal para Caicó onde era esperado por um grande número de pessoas em frente a sua residência à Rua Joel Damasceno.
Lembro que o Padre Ausônio Tércio de Araújo fez as orações de encomendação do corpo, que foi conduzido debaixo de grande chuva e trovoadas para o cemitério Campo Jorge em Caicó, acompanhado por um grande número de pessoas a pé.
Registro nesta locução o amor de Sulivan Medeiros ao próximo, principalmente aos mais sofridos que se encontram convalescendo em ambiente hospitalar.
Fica aqui o exemplo de fé, esperança solidariedade e amor ao próximo, mesmo quando ele é desconhecido. Ensinamentos esses atribuídos pelo mestre maior de Sulivan Medeiros que foi Jesus Cristo.
ANDERSON CLAYTON DUARTE DE MEDEIROS
COORDENADOR DA CLASSE HOSPITALAR SULIVAN MEDEIROS

Conteúdo do site ANAMARIA
.2 xícaras (chá) de açúcar
.3 gemas
.3 colheres (sopa) de margarina
.3 xícaras (chá) de farinha de trigo
.1 xícara (chá) de suco de laranja natural
.1 colher (sopa) de raspas de laranja
.1 colher (sopa) de fermento em pó
.3 claras em neve
.2 colheres (sopa) de chocolate em pó
Para umedecer:
.1/2 xícara (chá) de suco de laranja
.1 colher (sopa) de conhaque
Ganache de laranja:
.700g de chocolate branco picado
.1/2 xícara (chá) de suco de laranja
.1/2 lata de creme de leite
Na batedeira, bata o açúcar, as gemas e a margarina. Continue batendo e acrescente a farinha de trigo, as raspas e o suco de laranja. Junte o fermento e as claras em neve. Divida a massa em duas partes. Em uma delas misture o chocolate em pó. Em uma forma de 22cm de diâmetro untada e enfarinhada, coloque a massa branca, por cima a massa de chocolate e mescle delicadamente, com a ajuda de um garfo. Asse no forno preaquecido a 200ºC durante 30 minutos ou até que espetando um palito saia seco. Deixe esfriar e desenforme.
Recheio e cobertura:
derreta o chocolate branco em banho-maria. Sem parar de mexer, misture o suco de laranja e o creme de leite. Reserve até começar a endurecer.
Montagem:
corte o bolo ao meio, umedeça com a mistura de suco e conhaque, recheie e cubra com a ganache de laranja. Decore com raspas de laranja.
Solenidade da Conversão de São Paulo
Nas Celebrações Eucarísticas, sempre temos ocasião de ler, durante a Liturgia da Palavra, trechos de cartas de São Paulo dirigidas às comunidades orientadas por ele e, hoje, dirigidas a todos nós, cristãos.
Através de suas cartas, sabemos muita coisa a respeito de sua vida e das verdades fundamentais da nossa fé.
São Paulo nasceu em Tarso da Cilicia, por volta do ano 10 da era cristã. Além de ser judeu, da tribo de Benjamim, era também cidadão romano.
Desde a infância, foi educado conforme a doutrina dos fariseus, por um sábio chamado Gamaliel.
Destacou-se, inicialmente, como um implacável perseguidor das primeiras comunidades cristãs. Foi conivente com o assassinato de Santo Estêvão.
Sua conversão aconteceu de modo inesperado, a caminho de Damasco, quando liderava uma perseguição contra os cristãos daquela cidade.
Jesus ressuscitado apareceu-lhe e o derrubou do cavalo, transformando-o, de cruel perseguidor dos cristãos, em ardoroso apóstolo dos gentios, isto é, daqueles que ainda não conheciam a fé cristã.
Este fato aconteceu por volta do ano 36 e, a partir desse momento, Paulo de Tarso consagrou a sua vida a serviço de Cristo, viajando por todo o mundo conhecido de então, anunciando o Evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua paixão, morte e ressurreição. É, sem dúvida, uma das principais colunas do cristianismo.
No dia 25 de janeiro, celebramos solenemente a conversão de São Paulo. Por isso peçamos a Deus a graça de imitar São Paulo que foi um autentico discípulo-missionário de Jesus Cristo, sem medo e temor de anunciar a Boa Nova da Salvação pela Palavra e pela Vida.
Padre Wagner Augusto Portugal
Vigário Judicial da Diocese da Campanha(MG).
A DOR NOS FAZ MAIS FORTES
Por Karla Precioso postado em 24/01/2012 às 11h42
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/karlinha/otimismo/a-dor-nos-faz-mais-fortes/

foto reprodução
Apesar de lutarmos contra, a vida nos prega peças e, às vezes, tira o sorriso do nosso rosto dando lugar à dor. Mas a dor não acontece para nos castigar, e sim para nos fazer mais fortes. O problema é que, geralmente, nos agarramos tanto a ela, transformando o que podia simplesmente nos servir de lição num sofrimento interminável. E assim, ao invés de corrermos atrás de uma solução para mandá-la para bem longe, preferimos remoer remorsos, saudades, traumas… Já que o problema existe, o melhor a fazer é arregaçar as mangas e buscar logo uma solução. Ficar presa à dor é escolher se manter sempre no mesmo lugar, impedindo que a gente cresça, aprenda, melhore e expanda os horizontes.
Portanto, lembre-se: se não fossem as dores não teríamos a condição de perceber nossos erros e enganos, afinal ela pode ser um aviso de que estamos seguindo por um caminho torto. Como escreveu Selma Lagerlof (1858-1940), “Ninguém pode livrar os homens da dor, mas será bendito aquele que fizer renascer neles a coragem para a suportar”. Boa semana e fique com Deus.

Mergulhar no amor de Deus é o segredo para livrar-se do sentimento de culpa. Esse sentimento não vem do Senhor. Tudo o que nos escraviza e tira nossa alegria e paz não vem de Deus Pai.
Muitas pessoas, por falta de conhecimento, acham que fazer a vontade de Deus as torna escravas. Contudo, é bem o contrário disso: quanto mais abrimos mão da nossa vontade para fazer a vontade do Altíssimo, tanto mais nos tornamos livres, porque o Senhor nos fez livres e para a liberdade.
É claro que o conceito de liberdade de Deus Pai não é o mesmo da falsa liberdade disseminada por aí, em que, de maneira irresponsável, as pessoas realizam ações como bem entendem e sem se preocupar com o próximo, o que lhes acarreta sérias consequências o resto da vida.
“Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade” (Gl 5,13).
Muitas pessoas carregam um terrível sentimento de culpa e deixam-se destruir por esse mal-estar. Mergulhe no infinito amor de Deus e, imediatamente, todo sentimento de culpa será eliminado e lavado pelo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Jesus, eu confio em Vós!
Conteúdo do site ANAMARIA
. 2 xícaras (chá) de arroz cozido
. 1 batata grande cozida, sem casca e amassada
. 1 ovo
. 2 colheres (sopa) de queijo ralado
. Sal, pimenta, salsa e cebolinha picadas a gosto
. ½ colher (sopa) de fermento em pó
. 150 g de mussarela em cubinhos
Misture todos os ingredientes, exceto o queijo. Separe em pequenas porções usando duas colheres (sopa) e recheie cada bolinho com um cubinho de queijo. Frite em óleo bem quente até dourar. Retire com uma escumadeira, escorra sobre papel-toalha e sirva.
Dica: Se usar arroz parboilizado, junte duas colheres (sopa) de farinha de trigo à massa.
Você sabia que a grande armadilha da hepatite é a falta de sintomas? Mário Pessoa, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, ensina você a se prevenir dos diferentes tipos da doença:
Contágio: por ingestão de água ou alimentos contaminados.
Prevenção: já existe vacina, mas não é distribuída. então, lave muito bem as mãos depois de ir ao banheiro e antes de cozinhar.
Tratamento: não vira crônica e costuma ser curada naturalmente.
Contágio: pelo sexo, mas também pode ser transmitida de mãe para filho no parto ou por uso de instrumento com sangue contaminado.
Prevenção: a vacina é distribuída para jovens até 19 anos e para grupos vulneráveis (gestantes, manicures e trabalhadores da saúde etc). Uso da camisinha é indispensável.
Tratamento: pode se tornar crônica, porém, na maioria dos casos é curada naturalmente.
Contágio: geralmente é pelo sangue. Há casos também de transmissão de mãe para filho ou por relação sexual.
Prevenção: não existe vacina. Para se prevenir, não compartilhe instrumentos como alicate, agulha, piercing, barbeador, seringa e use camisinha.
Tratamento: pode gerar cirrose, mas é tratável com remédios.
Contágio: só aparece junto com o vírus tipo B, tendo a mesma forma de contaminação.
Prevenção: uso de camisinha e vacinação contra hepatite B.
Tratamento: costuma ser grave. O tratamento é feito com medicação.
Contágio: semelhante ao vírus tipo A.
Prevenção: não há vacina, sendo a higiene a única prevenção.
Tratamento: não vira crônica, mas pode ser grave na gestação. Por isso, mulheres devem realizar o exame.

A Sagrada Escritura nos dá um conselho maravilhoso para todos os momentos da vida: “Orai sem cessar” (ITs 5,17a).
Ao longo do dia deparamos com as mais variadas situações e, muitas vezes, somos pegos de surpresa, mas o segredo é estar sempre em oração, para que nada roube a paz do nosso coração e tenhamos sabedoria para agir nos encontros e nos desencontros da vida.
Talvez você esteja se perguntando como permanecer em oração, mas é muito simples: Há as chamadas orações jaculatórias, que são curtas e podemos rezá-las o tempo todo. Hoje podemos clamar o dia todo: “Jesus, cuida de mim!”
Com certeza, experimentaremos os cuidados do Senhor em todos os momentos, mesmo quando não nos dermos conta disso.
Obrigada, Jesus, porque sempre estás conosco e cuidas dos detalhes da nossa vida.
Jesus, eu confio em Vós!
Por Karla Precioso
http://mdemulher.abril.com.br/blogs/karlinha/conversa-entre-amigas/nenhuma-dor-e-eterna/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+mdemulher-karlinha+%28Blog+da+Karlinha%29
“Desde que sofri uma desilusão amorosa, não confio mais em ninguém. Qualquer pessoa que se aproxima de mim parece ter o interesse de me enganar. Por causa disso, me isolei completamente. Ando triste…”
J. M, por e-mail
Independentemente do que tenha nos acontecido, a verdade é que somos nós que escolhemos nos manter ligadas ao passado. Assim, se a sua escolha for permanecer amarrada a algo que a fez muito mal lá atrás, seu sofrimento não vai ter fim mesmo. E o fantasma da desilusão continuará ao seu lado para sempre. Então, bola pra frente, menina, porque nenhuma dor é eterna, desde que se faça algo para livrar-se dela. Erga a cabeça e caminhe com esperança no coração. Há tanta coisa nova esperando por você! Creia! Não deixe a frustração dominar a sua vida. Se carregarmos nossos pesos o tempo todo, logo não seremos mais capazes de continuar a jornada, porque a carga vai se tornar pesada até nos derrubar. Quer mesmo continuar carregando tanta amargura e tristeza?
Sua amiga, Karlinha
Massa:
. 4 ovos
. 1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
. 1 xícara (chá) de leite
. 2 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
. 3 colheres (sopa) de margarina
. 1 colher (sopa) de fermento em pó
Recheio:
. 2 colheres (sopa) de amido de milho
. 1 xícara (chá) de leite
. 1 vidro de leite de coco
. 1/2 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro
. 1 pacote de coco ralado (100g)
. 1 colher (sobremesa) de margarina
Calda:
. 1/4 de xícara (chá) de leite de coco
. 1/4 de xícara (chá) de leite
Cobertura:
. 3 xícaras (chá) de açúcar de confeiteiro
. 2 claras
. 1 coco fresco ralado
Massa: Na batedeira, bata as claras em neve, acrescente as gemas uma a uma e continue batendo. Junte o açúcar, o leite, a farinha e a margarina. Misture delicadamente o fermento. Coloque em uma forma de 24cm de diâmetro untada com margarina. Asse no forno preaquecido a 200º durante 30 minutos, ou até dourar. Deixe amornar e desenforme.
Recheio: em uma panela, coloque o amido de milho dissolvido no leite, o leite de coco, o açúcar de confeiteiro, o coco ralado e a margarina. Leve ao fogo brando, mexendo sem parar até engrossar. Deixe esfriar. Calda: misture o leite de coco e o leite e reserve.
Montagem: Corte o bolo ao meio, umedeça com a calda e recheie. Cobertura: Na batedeira, bata as claras em neve, acrescente o açúcar e continue batendo até formar picos firmes. Cubra o bolo e polvilhe o coco ralado.
http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/receita-de-bolo-cremoso-coco-482441.shtml
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