Escrito por dalvaniralopes às 10h01
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|
Dia desses um garoto chegou em casa e perguntou à mãe quanto ela lhe pagaria se ele tirasse nota dez na prova. A proposta surpreendeu a genitora, acostumada a educar os filhos com lucidez e bom senso. "Por que eu deveria lhe pagar por isso, meu filho?" Perguntou com tranqüilidade. "Ora, mãe, o pai do meu amigo vai pagar cem reais se ele tirar um dez na prova de inglês." "E você acha isso correto, filho?" "Ah, eu acho que cem reais dá para comprar uma porção de coisas...," respondeu o menino, entusiasmado. A sábia educadora aproveitou o momento para um diálogo esclarecedor com o filho amado. "Filho, você acha correto o que esse pai está fazendo, pagando para o filho fazer o que é apenas a sua obrigação?" O garoto respondeu que não sabia se era certo ou não, e a mãe continuou: "Você já ouviu falar em corrupção?" "Sim", disse o menino. "E você acha direito uma pessoa cobrar para fazer a sua obrigação?" "Não, eu não acho." "Estudar é sua obrigação, não é filho?" "Sim, é minha obrigação." "Pois bem, seu pai e eu fazemos a nossa parte, que é lhe dar oportunidade de aprender para que seja um homem instruído e possa ser útil à sociedade da qual faz parte. Mas não desejamos que seja apenas instruído. Queremos, acima de tudo, que seja um homem de bem, um homem moralizado, um homem digno e justo. É por isso que você nunca irá receber dos seus pais qualquer compensação para fazer a sua parte." O garoto concordou com a mãe, mas, ainda interessado no assunto questionou: "Quer dizer que isso é corrupção, mãe?" "Sim. Pagar alguém para fazer ou deixar de fazer a sua obrigação é corrupção. Existem funcionários que recebem um salário para fazer o seu trabalho mas costumam pedir um valor a mais, uma ´gratificação´ para ´agilizar´ o processo. Isso significa que estão prejudicando aqueles que não têm dinheiro para pagar esse ´favor´ ou que não compactuam com essa prática." Talvez para deixar o ensinamento mais claro para o filho, a mãe continua: "E a corrupção não está relacionada exclusivamente com o dinheiro, filho. Quando um juiz, por exemplo, que julga uma causa e favorece um amigo ou outro interesse qualquer, sem considerar a verdadeira justiça, está se corrompendo e corrompendo o sistema. Qualquer pessoa, enfim, que age em desacordo com sua própria consciência, é corruptora dos bons costumes." Se o garoto entendeu tudo não se sabe, mas abandonou a idéia de receber um pagamento para tirar boas notas e foi estudar para a prova que iria fazer no dia seguinte. .................................
|
Escrito por dalvaniralopes às 09h59
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Escrito por dalvaniralopes às 16h43
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|
Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim. Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço. Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa. O garoto ligou para uma mulher e perguntou: “A senhora está precisando de um jardineiro?” “Não. Eu já tenho um”, foi a resposta. “Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo.” “Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso.” O garoto insistiu: “eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço.” “O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora.” “Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível.” “Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa.” Numa última tentativa, o menino arriscou: “o meu preço é um dos melhores.” “Não”, disse firme a voz ao telefone. “Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.” Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro: “Meu rapaz, você perdeu um cliente.” “Claro que não”, respondeu rápido. “Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo.” ............. Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro? E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro? Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos? Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura? Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza? E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las? O amor floresce nos pequenos detalhes. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor. A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.
Autor: Equipe do site www.momento.com.br, com base em texto de autoria ignorada |
Escrito por dalvaniralopes às 10h05
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|
Certa vez uma menina de oito anos estava passeando pelo shopping, próximo da sua casa, com algumas amigas. Viu um dinheiro sobre o balcão de uma loja e pegou-o. A balconista viu e chamou-a de ladra. Segurou-a pelo braço e a levou até seus pais. A menina estava aos prantos, e os pais ficaram desesperados com a situação. Algumas pessoas mais próximas esperavam que os pais batessem e punissem a filha, mas os pais desejavam educá-la para a vida e mostrar-lhe o quanto a amavam. Chegando em casa, os pais fizeram algo inusitado. Deram à garota o dobro do valor que ela havia furtado e lhe disseram que ela era muito mais importante para eles do que todo o dinheiro do mundo. Explicaram que a honestidade e a dignidade não têm preço, pois nem mesmo toda a riqueza do mundo vale mais que essas virtudes. A sabedoria dos pais transformou uma situação crítica em um momento mágico de educação, de extrema beleza, e a menina jamais esqueceu aquela lição. Os pais valorizaram mais a filha do que o seu erro. E isto fez a diferença. Em vez de punição, educação. Em vez de condenação, perdão. Em vez de agressividade, diálogo. Em vez de rigor, amor. Os pais, embora muitas vezes bem intencionados, perdem inúmeras oportunidades de educar os filhos com sabedoria e usam um rigor que afasta e infelicita. Valorizam demais os erros e não se dão conta de que o filho pede orientação e carinho e não punição e condenação. São os filhos mais difíceis que testam a nossa capacidade de amar e educar. Muitas vezes os filhos têm atitudes que parecem ter o propósito de nos tirar do sério, de nos irritar, mas quando penetramos nos seus motivos, percebemos que a intenção é bem outra. O que geralmente acontece é que não analisamos bem a situação inesperada e somos precipitados nas reações, causando dor, sofrimento, e abrimos um enorme precipício entre nós e nossos filhos. É importante levar em conta que nossos filhos são espíritos em busca de aperfeiçoamento e que são perfectíveis. Muitos são náufragos em busca de um porto seguro, que nossos braços podem lhes ofertar, em nome do amor. Se você deseja, com toda sinceridade, semear no solo fértil do coração do seu filho, as sementes de felicidade e esperança, penetre no seu mundo íntimo através do diálogo. Estenda a ponte da compreensão, da tolerância, do perdão, da doçura, do afeto. Não existe barreira capaz de se contrapor à força do amor em ação. Pense nisso, e dê os passos necessários para chegar perto, bem perto mesmo, do seu filho problemático, mas extremamente carente de ternura. ............... Mais importante do que passar regras e exigir que seus filhos as cumpram, é estar junto deles, dialogar com seriedade, saber dos seus reais sentimentos e intenções. Somente quem conhece a fundo o seu educando, pode ajudá-lo na difícil arte de viver, e viver com dignidade.
Autor: Equipe de do site www.momento.com.br, com base no cap. 4, parte 3, do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury, ed. Sextante.
|
Escrito por dalvaniralopes às 09h55
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Frango com creme de leite e milho verde |
INGREDIENTES:
- 1 frango inteiro cortado pelas juntas (ou se preferir, coxa e sobrecoxa)
- 1 lata de milho verde
- 1 lata (ou caixinha) de creme de leite
- 1 pimentão verde, pequeno, cortado em tirinhas
- 1 tomate cortado em quadradinhos
- 1 cebola cortada como preferir ou ralada
- 4 dentes grandes de alho (ou a quantidade que agradar)
- Cheiro verde
- Sal a gosto
- Óleo ou azeite para refogar o frango (pouco)
- Azeitonas verdes picadas
|
     |
MODO DE PREPARO:
- Corte o frango pelas juntas, retire a pele e lave muito bem (ou as coxas com sobrecoxas).
- Coloque o óleo em uma panela funda, deixe aquecer bem e junte o alho amassado.
- Deixe dar uma dourada e acrecente o frango.
- Refogue bem para dourar.
- Após bem refogado, acrescente a cebola, o sal, o pimentão, o tomate e dê mais uma refogada.
- Coloque água o suficiente para cozinhar o frango (lembre - se que o frango não necessita de muita água).
- Depois de cozido, acrescente a azeitona e o milho verde.
- Tampe a panela um pouquinho, só para pegar o gosto.
- Acrecente o creme de leite e assim que levantar fervura, desligue o fogo.
- Sirva com arroz branco, batata palha e salada.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
|
Escrito por dalvaniralopes às 09h54
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|
Jim nunca imaginou que as coisas acontecessem daquela forma. Enquanto trabalhava como salva-vidas, amava o que fazia. Num dia de folga, andando pela praia, ele viu uma mulher em perigo. Jogou-se n´água e a trouxe para a praia. Depois a carregou até o posto salva-vidas, onde uma ambulância a levou para o hospital. Victória ficou muito agradecida e passou a visitá-lo, de vez em quando, no posto. Quando sabia que ele estava trabalhando, mandava-lhe pizza. Jim retribuía com visitas e telefonemas. Os outros rapazes faziam gozação da sua amizade com aquela senhora. Ele não ligava. Durante anos, mantiveram a amizade. Certo dia, retornando de uma viagem, Jim ligou para a casa dela. Quem atendeu foi uma jovem, que se identificou como Bárbara. Era sua sobrinha. Contou-lhe que Victoria havia morrido, vítima de um derrame. A sobrinha viera de outra cidade para resolver alguns negócios da tia. Ela sabia tudo a respeito dele porque sua tia lhe falou. O tempo passou. Uma noite, numa festa na praia, com amigos, Jim percebeu que as coisas estavam saindo do controle. Bebidas e drogas começaram a circular. Ele decidiu ir embora. Logo depois, uma mulher que ele havia conhecido apenas algumas horas antes, também saiu. Quando ela foi dada como desaparecida e seu vestido esfarrapado foi encontrado ao lado da estrada, ele foi acusado de assassinato. Parecia um pesadelo. Ele mal a conhecia. Era uma acusação maluca. Mas a polícia precisava de um suspeito. E ele era um suspeito. Um defensor público foi indicado para cuidar do seu caso, porque ele não tinha dinheiro. Foi preso e a fiança estipulada em um valor elevadíssimo. Jim achou que não teria mais saída. Então, um dia, recebeu um telefonema. Era Bárbara. Formada em direito, ela ouviu o noticiário a respeito da sua prisão e perguntava se ele aceitaria que ela o defendesse gratuitamente. Jim aceitou de pronto. Ela começou a se inteirar dos detalhes do caso. A única testemunha ocular que identificou Jim, como o homem que saiu da festa com a mulher, descreveu o casal como sendo da mesma altura. Alguma coisa estava muito errada. A suposta morta tinha 1,65m. Jim tinha quase 1,80m. Graças a esse detalhe, ela conseguiu que a fiança fosse reduzida e Jim pôde ir para casa. Aquilo foi um presente para ele. Ela contratou um detetive que, depois de algum tempo, descobriu que a suposta vítima vivia num país vizinho. Ela decidira sair de casa e abandonar o marido para começar uma nova vida, com outra pessoa. Depois de muita insistência, meses de trabalho, conseguiram que a mulher retornasse e se mostrasse à polícia, provando que estava viva. Jim estava livre da acusação. Hoje, ele vive com sua mulher e três filhos. Tem uma fazenda e dirige sua própria fábrica. Mas nunca vai esquecer aquela amizade especial com Victoria. Comenta ele: "se aquela doce senhora não falasse de mim para sua sobrinha como o fez, é bem possível que eu estivesse apodrecendo na prisão, pelo resto da minha vida. Devo minha vida àquela mulher." No entanto, Bárbara tem uma versão diferente: "ele merecia minha ajuda. Ele salvou a vida de alguém que nem conhecia, mesmo não estando em serviço naquela hora. Esse tipo de amor pela humanidade não fica sem recompensa." ......................... Faça o bem, sem nunca aguardar recompensa. Mas guarde a certeza que os benefícios lhe chegarão, de alguma forma, neste mundo ou no outro. Isto porque à toda ação corresponde uma reação. E o bem somente gera bem maior.
|
Escrito por dalvaniralopes às 10h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Escrito por dalvaniralopes às 10h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|