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O psiquiatra recebeu em seu consultório um paciente com depressão aguda. Segundo a família, ele estava naquele estado há mais de 5 anos e já havia tentado suicídio várias vezes. Agora estava ali, diante do médico, em busca de um remédio que o curasse de forma instantânea. O médico, acostumado a todo tipo de paciente, olhou-o no rosto e falou com firmeza: "Tenho duas notícias para lhe dar. Uma delas é que ainda não existe um remédio para a sua doença." O paciente contorceu-se na cadeira, e perguntou um tanto irritado: "e a outra notícia?" "Bem, a outra notícia é que a sua cura depende da sua vontade". "Como assim, Doutor? Eu não tenho vontade para nada. Não tenho vontade de trabalhar, nem de comer, nem de falar com pessoas. A vida não tem mais sentido para mim." O psiquiatra, que o observava com atenção, lhe falou com voz muito firme: "você está cheio de vontade." Aí o paciente não se conteve, deu um murro sobre a mesa e retrucou nervoso: "o senhor está brincando comigo? Eu já lhe disse que não tenho vontade, Doutor." Sem se alterar, o médico voltou a afirmar: "o senhor tem muita vontade, sim. Tem vontade de não trabalhar, de não comer, de dormir, de não falar com ninguém, e vontade de se isolar do mundo." "Mas a vida não tem sentido para mim". Tornou a dizer o paciente. O médico, conhecedor das causas que levam a pessoa a esse estado de ânimo, disse-lhe: "você está é com raiva do mundo e por isso deseja matar-se, para punir aqueles que o infelicitaram e que não consegue perdoar." Nesse momento o homem quase teve um surto. Levantou-se e gritou, enlouquecido: "Eu nunca vou perdoá-los! Meu patrão me despediu, acabou com a minha vida, meus irmãos me roubaram a herança e..." E desfilou uma lista de nomes de pessoas que odiava com toda força de seu ser. Então o psiquiatra voltou a dizer: "somente quando você perdoar conseguirá se livrar desse ácido que o corrói e o está matando, dia após dia." E aquele homem enorme, falou entre dentes: "eu nunca vou perdoá-los". O médico aproveitou a oportunidade para reafirmar ao seu paciente que ele estava cheio de vontade, mas dirigida para a própria infelicidade. Vale a pena meditar sobre a direção que estamos dando a nossa vontade. Até quando dizemos que não temos vontade, estamos usando nossa vontade para não sentir vontade. Se dizemos que não sentimos vontade de viver, podemos afirmar que, na verdade, estamos com vontade de não viver. Estamos com vontade de fugir do mundo, com vontade de dormir, de ficar num quarto fechado, com vontade de morrer... Mas a vontade está ativa. Somente está sendo dirigida para onde nossa razão desejar. Se você ainda não havia pensado por esse ângulo, pense agora. Lembre-se de que a vontade é uma força neutra que existe em nós, capaz de definir nossas ações. Basta que saibamos dirigir essa força de acordo com nossa escolha. Se escolhemos ter vontade de morrer, podemos direcionar essa força para a vontade de viver. A força não se altera, mas alteramos a direção. Se escolhemos ter vontade firme de não perdoar, de manter o desejo de vingança, podemos dirigir essa força para a indulgência, para o perdão. O que geralmente acontece, é que sentimos prazer mantendo esse estado de coisas. Sentimos prazer em chamar a atenção dos outros, fazendo-nos de vítimas. Essa autopiedade é extremamente perigosa, pois pode nos levar a situações de maior infelicidade ainda. Por todas essas razões, vale a pena direcionar a nossa vontade com lucidez. Com o desejo sincero de construir a nossa felicidade efetiva, sem o prazer mórbido de infelicitar aqueles que nos infelicitam.
Autor: Equipe de Redação do site www.momento.com.br, com base em palestra do Dr. José Roberto Martinez, no Teatro da FEP, em 03/04/2005. |
Escrito por dalvaniralopes às 10h52
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Quindim
Ingredientes 3 xícaras de coco fresco ralado 12 gemas de ovo caipira 6 claras em neve 2 xícaras de açúcar 1/2 xícara de manteiga 1 colher (chá) de baunilha Acessórios 22 forminhas de bom-bocado
Modo de preparo 1. Misture o coco ralado com as gemas, as claras em neve, o açúcar, a manteiga e a baunilha. Reserve por seis horas ou, se preferir, de um dia para o outro, na geladeira. 2. Unte as forminhas com manteiga encha-as de açúcar, esvaziando-as em seguida de maneira que fiquem impregnadas nos lados e no fundo. 3. Coloque o doce em cada forminha até dois terços de sua altura. 4. Deixe descansar por meia hora. Leve ao forno quente com as forminhas em banho-maria durante uma hora ou até o quindim começar a se desprender da beirada da forma. 5. Aumente a chama do forno para que dourem na parte de cima. Desenforme morno e leve à geladeira. Sirva gelado.
Tempo: 35 minutos : : Rende: 22 unidades : : Calorias por unidade: 228
Escrito por dalvaniralopes às 10h52
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Escrito por dalvaniralopes às 16h27
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Desde o final do século XIX, houve um grande avanço tecnológico. Isso ninguém pode contestar. O homem venceu os espaços e chegou à lua. Construiu máquinas capazes de reduzir as distâncias entre os continentes, entre as nações. Descobriu a cura de enfermidades até então tidas como incuráveis. Conseguiu erradicar da face da Terra doenças que dizimavam vidas. Embora todo o progresso tecnológico conseguido, o homem não logrou sequer minimizar a saudade, preencher a solidão, acalmar a ansiedade, evitar a dor, a doença e a morte. Conquanto a humanidade avance a passos largos na conquista de melhores condições de vida, de descobertas científicas, de aperfeiçoamento na produção de alimentos, de vestuário, de outras tantas conquistas, não consegue deter a onda de violência que apavora os seres. Não consegue erradicar o preconceito do coração do homem, a revolta dos povos vencidos, as catástrofes de toda ordem que assolam as nações. É de nos perguntarmos: Porque? Porque tanta miséria moral diante de tantas conquistas intelectuais? A resposta é simples: que o progresso intelectual engendra o progresso moral, mas o moral nem sempre o segue imediatamente. É preciso que os povos se tornem civilizados, e não apenas povos esclarecidos. Na busca desenfreada de melhores condições de vida, no campo material, o homem esqueceu de voltar a sua atenção para ele mesmo, enquanto figura principal dessa engenharia toda. São importantes as conquistas intelectuais porque as morais devem vir depois. Homens intelectualmente desenvolvidos podem melhor compreender o bem e o mal, e optar pelo bem. Basta que uma virtude brote no coração do homem: a piedade, que é o embrião da caridade. Quando o homem se detiver diante do sofrimento alheio, e lutar por solucioná-los, então, ele descobrirá naturalmente o caminho que o conduzirá à felicidade. Só lograremos a nossa própria felicidade fomentando a felicidade do próximo. Se somos todos irmãos, não podemos admitir que sejamos felizes, vendo os demais padecendo fome e frio. Sem possibilidades de educação, de crescimento, de um lugar ao sol. Numa sociedade verdadeiramente civilizada, nada faltará à ninguém. Todos terão pelo menos o necessário para viver. .......................................... Você sabia que a inteligência é poderoso instrumento para fomentar o progresso da humanidade? Deus quer que as pessoas inteligentes usem essa inteligência para o bem de todos, e não para esmagar os mais fracos. E você sabia que por mais inteligente que seja o homem da Terra, seu saber tem limites muito estreitos e restritos ao nosso planeta? Por esse motivo, ninguém tem o direito de envaidecer-se pela inteligência, pois a Terra representa um grão de areia diante do universo infinito.
Autor: Equipe do site www.momento.com.br.
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Escrito por dalvaniralopes às 10h55
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Taboquinha de frango |

INGREDIENTES:
- 1 kg de peito de frango, moído
- 1 cebola de cabeça média
- Cebolinha e salsa
- 1 pacote de queijo ralado
- 4 dentes de alho
- 200 g de farinha de rosca
- 100 g de azeitona picada
- 1 ovo
- Sal
- 1 colher de azeite
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MODO DE PREPARO:
- Pegue a cebola junte no liquidificado com um pouco de cebolinha já picada, salsa, os 4 dentes de alho, o sal, 1 colher de azeite e o queijo ralado.
- Bata no liquidificador até formar um creme verde.
- Junte este creme gradativamente a carne, misturando pouco a pouco, para não ficar exagerado.
- Depois, quebre um ovo e misture para dar liga.
- Adicione a azeitona picada, após junte 100 g de farinha de rosca.
- Misture mais, até formar uma massa.
- Enrole as bolinhas e passe no restante da farinha de rosca.
- Frite.
- Depois, decore o prato com cebolinha, salsa e rodelas de limão.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:
A receita é de minha autoria, portanto se alguém for fazer para vender gostaria que utilizassem o meu nome na receita. | 
Escrito por dalvaniralopes às 10h54
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Quase sempre acreditamos que as crianças não entendem o que acontece ao seu redor. Tomamos decisões, inclusive a respeito de suas próprias vidas, sem nos importar com seus sentimentos. Assim acontece nas separações conjugais, em que se decide com quem ficarão os filhos. Assim é quando se decide mudar de residência e até mesmo quando se opta por transferi-los de uma para outra escola. No entanto, as crianças estão atentas e percebem os acontecimentos muito mais do que possamos imaginar. A jornalista Xiran que, apesar do regime de opressão e abandono que viveu na China, manteve um programa de rádio, em nanquim, conta uma história singular, em seu livro: As boas mulheres da China. Havia uma jovem que se casou com um rapaz muito culto e de projeção política na china. Durante três anos, pelo seu status, ele foi estudar em Moscou. Ela viveu anos de felicidade ao seu lado. Um casamento que foi abençoado com dois filhos. "era uma mulher de sorte", comentava-se. Então, exatamente no momento em que o casal se alegrava com o nascimento do segundo filho, o marido teve um ataque cardíaco e morreu, repentinamente. No final do ano seguinte, o filho mais novo morreu de escarlatina. Com o sofrimento causado pela morte do marido e do filho, ela perdeu a coragem de viver. Um dia, pegou o filho que restava e seguiu para a margem do rio Yangtsé. Seu intuito era se unir ao marido e ao bebê na outra vida. Parada à beira do rio, ela se preparava para se despedir da vida, quando o filho perguntou, inocentemente: "nós vamos ver o papai?" Ela levou um choque. Como é que uma criança de 5 anos podia saber o que ela pretendia fazer? E perguntou: "o que é que você acha?" Ele respondeu: "é claro que vamos ver o papai! Mas eu não trouxe o meu carrinho de brinquedo para mostrar para ele!" Ela começou a chorar. Nada mais perguntou. Deu-se conta de que ele sabia muito bem o que ela pretendia. Compreendia que o pai não estava no mesmo mundo que eles, embora não fizesse uma distinção muito clara entre a vida e a morte. As lágrimas reavivaram nela o instinto materno e o senso de dever. Tomou o filho no colo e, deixando a correnteza do rio levar a sua fraqueza, retornou para sua casa. A mensagem de suicida que tinha escrito foi destruída. Enquanto fazia o caminho de volta ao lar, o menino tornou a perguntar: "e então, não vamos ver o papai?" Procurando engolir o pranto, ela respondeu: "o papai está muito longe. Você é pequeno demais para ir até lá. A mamãe vai ajudá-lo a crescer, para que você possa levar para ele mais coisas. E coisas muito melhores." Depois disso, ela fez tudo o que uma mãe sozinha pode fazer para dar ao filho o melhor. ................................... As crianças não são tolas. E muito mais do que possamos imaginar permanecem atentas, em especial a tudo que lhes diga respeito. Percebem os desentendimentos conjugais, as dificuldades domésticas, a ponto de ficar enfermas. Por tudo isso, preste mais atenção ao seu filho. E, sobretudo, fale com ele sobre dificuldades e sobre as soluções possíveis. Não o deixe crescer ansioso e triste. Ajude-o a viver no mundo, seguro e firme.
Autor: Equipe do site www.momento.com.br, com base no cap. "A Catadora de Lixo", do livro As Boas Mulheres da China, de autoria de Xinran, ed. Companhia das letras.
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Escrito por dalvaniralopes às 10h53
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Escrito por dalvaniralopes às 10h52
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Você, certamente, já ouviu ou falou a frase: "todo mundo erra!". Essa afirmativa está correta, porque a Terra é um planeta de provas e expiações, o que quer dizer que neste mundo não há ninguém perfeito. A perfeição é uma meta que todos nós alcançaremos um dia, mas não pode ser encontrada no atual estágio evolutivo da humanidade terrestre. Não é outra a razão porque todos ainda cometemos erros, embora muitas vezes tentando acertar. Tudo isso é fácil de entender, dirão alguns. E mais fácil ainda é tentar justificar as próprias faltas com a desculpa da imperfeição. Admitir, portanto, que cometemos falhas mais vezes do que gostaríamos, não é difícil. Também não é difícil tolerar os escorregões dos nossos afetos. No entanto, se você admite que "todo mundo erra", porque é tão difícil relevar as imperfeições alheias? Porque é tão fácil justificar os próprios erros e tão difícil aceitá-los nos outros? Se quebramos um copo, por exemplo, logo nos desculpamos dizendo que foi sem querer, e pode ter sido mesmo. Mas, se é outra pessoa que o faz, já achamos uma maneira de criticar, dizendo que é descuidada ou não prestou a devida atenção no que estava fazendo. Se a esposa não conseguiu servir o almoço na hora que deveria, é porque ficou de conversa fiada com alguma amiga. Mas quando você é o esposo e não dá conta de entregar um serviço no prazo, é porque é um homem muito atarefado. Quando o marido chega em casa nervoso e irritado, é porque está sobrecarregado de problemas, mas não desculpa se a esposa está impaciente por ter passado o dia todo ouvindo choro de criança e atendendo as tarefas da casa. Se você é a esposa e tem seus motivos para justificar a falta de atenção com os filhos, em determinado momento, pense que seu esposo também tem suas razões para justificar uma falta qualquer. Se você é filho e acha que está certo agindo desta ou daquela maneira, entenda seus pais, pois eles também encontrarão motivos para justificar seus deslizes. O que geralmente ocorre, é que não paramos para ouvir as pessoas que transitam em nossa estrada. O que é mais comum, é criticar sem saber dos motivos que as levaram a se equivocar. Se temos sempre uma desculpa para nossas faltas, devemos convir que os outros também as têm. Se assim é, por que tanta inquietação com as ações que julgamos erradas nos outros? Não temos a intenção de fazer apologia ou defender o desculpismo, mas, simplesmente, chamar a atenção para o fato de que todos estamos sujeitos a dar um passo em falso. E por isso devemos, no mínimo, entender quando isso acontece. Se todo mundo erra, temos mais motivos para a tolerância e o perdão. E se ninguém é perfeito, mais razão para entender as imperfeições alheias. Ou será que só nós temos o direito a tropeçar? ............... A Terra é uma escola de aperfeiçoamento da humanidade. As pessoas que aqui estagiam, estão se preparando para conquistar mundos mais adiantados, universidades mais avançadas.
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Escrito por dalvaniralopes às 10h54
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Escrito por dalvaniralopes às 10h53
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