07 de DEZEMBRO
- Declaração de Brasília, como Patrimônio Cultural da Humanidade, pela UNESCO, no ano de 1987!
- Instituição da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pelo Ministério da Fazenda, no ano de 1976;
- Ataque à base norte-americana de Pearl Harbor (2403 mortos - Wikipédia), pelos japoneses, no ano de 1941;
- Lançamento da Apollo 17, no ano de 1972, última missão tripulada do Projeto Apollo que pousou na Lua. Os três astronautas da missão foram Eugene A. Cernan, Ronald E. Evans e Harrison H. Schmitt;
- Dia da Aviação Civil Internacional. Em 1996, a Assembléia Geral da ONU proclamou 7 de Dezembro como 'Dia Internacional da Aviação Civil', e exortou os Governos, bem como os organismos nacionais, regionais, internacionais e intergovernamentais, a tomarem as medidas adequadas para se comemorar o Dia (resolução 51/33 de 6 de Dezembro). O Dia foi declarado em 1992 pela Assembléia da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), um organismo especializado das Nações Unidas, a fim de fazer ressaltar a importância da aviação civil e contribuir para a sua promoção. O Dia começou a ser celebrado a 7 de Dezembro de 1994 – data que coincidiu com o aniversário da assinatura da Convenção Internacional sobre a Aviação Civil Internacional, que criou a OACI;
- Nascimento de Mario Soares (Mário Alberto Nobre Lopes Soares), renomado político português, em Lisboa-Portugal, no ano de 1924;
- Dia da independência da Costa do Marfim (Côte d'Ivoire)
(République de Côte d'Ivoire). Saudações ao povo marfinense !
Escrito por dalvaniralopes às 11h51
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Creme de tangerina com frutas
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Ingredientes: 2 colheres (sopa) de açúcar 1 colher (sopa) de suco de limão 2 xícaras (chá) de abacaxi picado 2 xícaras (chá) de morangos inteiros limpos 1 xícara (chá) de uva itália picada 1/2 xícara (chá) de manga picada 2 pacotes de gelatina diet de tangerina 1 pote (200g) de iogurte desnatado
Modo de Preparo: Em uma panela misture 1 colher (sopa) de açúcar, o suco de limão e leve ao fogo até o açúcar dissolver. Junte as frutas e, sem parar de mexer, cozinhe por 5 minutos. Retire do fogo e deixe amornar. Leve ao fogo outra panela com 1 e 1/2 xícara (chá) de água. Assim que ferver, retire do fogo, adicione a gelatina e mexa até dissolver. Transfira para o liquidificador, junte o iogurte e bata por 2 minutos, ou até obter um creme homogêneo. Retire e reserve. Distribua as frutas em 6 taças individuais com capacidade para 300 ml cada uma. Cubra com o creme de tangerina e leve à geladeira por 2 horas, ou até endurecer.
Fonte: Revista Água na Boca | | |
Escrito por dalvaniralopes às 09h55
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- Por que o café ainda não foi servido até essa hora? Pergunta, um tanto irritado, o empresário, sentado em sua confortável poltrona, às nove horas da manhã. A secretária responde meio assustada: - Então o senhor não sabe? A dona Margarida morreu ontem à noite. - E quem é a dona margarida? Perguntou o patrão. - A dona Margarida era a copeira que lhe servia o café todos os dias, fazia quase oito anos. - Ah, e ela se chamava Margarida? Sim, responde prontamente a secretária. Mas o senhor não se preocupe que logo seu café será servido, pois outra copeira já está sendo providenciada. O que aconteceu com esse empresário, acontece com boa parte dos homens de negócio com relação a essas pessoas "sem nome" que lhes servem com dedicação diariamente. Elas chegam antes de todo mundo. Tomam as primeiras providências para que, ao chegar o patrão, tudo esteja em ordem e elas possam atender com rapidez. São criaturas anônimas que cumprem a sua tarefa humilde e, além do salário no final do mês, recebem apenas ordens e broncas. Mães que, por vezes, carregam grande amargura em seus corações dilacerados pelos filhos-problema, sem que ninguém se interesse por sua triste sina. Outras vezes, levam a dor de suportar um marido alcoólatra, sem receber, sequer, uma palavra de esperança daqueles a quem servem com dedicação. Assim como a copeira, há outros tantos "sem nome" dos quais depende boa parte dos serviços realizados no dia-a-dia. É o porteiro que sempre está no seu posto antes de todo mundo. O ascensorista que desce e sobe horas a fio, tantas vezes mergulhado em suas dores íntimas sem que nenhuma das centenas de pessoas que ele leva e traz lhe pergunte, com interesse, sobre a sua família. É o office-boy, quase sempre jovem ou adolescente que trabalha de sol a sol para ajudar no sustento da família e que, nos seus verdes anos, aprende a conviver com a indiferença daqueles a quem serve. A faxineira, que mantém tudo limpo, ganha bronca daqueles que não querem ser incomodados durante o expediente, e muitas vezes adentra a noite para fazer seu serviço sem perturbar ninguém. É o jardineiro, que quase é confundido com a própria paisagem, tantas vezes com terra até nos cabelos. Essas criaturas, são pessoas sensíveis à dor e às boas emoções. Um olá, um bom dia ou boa tarde, acompanhados de um sorriso sincero, pode fazê-las muito felizes e ajudar a mudar a sua paisagem íntima. São seres humanos lutando com dificuldade para prover o sustento com honradez. Uma gentileza não custa nada e ajuda muito, a qualquer pessoa. Saber seu nome, interessar-se pela sua situação, amenizar as suas dores se for possível, não maculará a nossa posição, pelo contrário, nos eleva diante de Deus, criador de todos nós. Talvez alguns pensem que fazendo isso perdem a autoridade, mas é bom lembrar que a verdadeira autoridade não se expressa com a indiferença. Abraham Lincoln se importava tanto com seus soldados a ponto de estar junto deles sempre que possível, e foi um dos presidentes mais respeitados de que se tem notícia. ............... As pessoas que estão à sua volta, não estão aí por ordem do acaso. Há, perante as leis divinas, uma razão muito especial para elas estarem sob os seus cuidados e sob a sua autoridade. Por essa razão, preste atenção em todas e verá que elas o observam e lhe seguem o exemplo, mesmo que, para você, elas sejam apenas pessoas "sem nome".
Autor: Equipe de Redação do Momento Espírita |
Escrito por dalvaniralopes às 09h48
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06 de DEZEMBRO
Escrito por dalvaniralopes às 09h39
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O mundo daquela mãe havia desabado com o divórcio. Herdou muitas contas atrasadas, incluindo as prestações da casa e o plano de saúde. Seu emprego de meio expediente gerava uma renda muito pequena e poucos benefícios. Sem nenhum apoio financeiro, ela perdeu a casa. Para não ficarem ao relento, com muito sacrifício conseguiu alugar um trailer que ficava estacionado num acampamento local, para ela e seu filho de cinco anos. Aquilo era só um pouco melhor do que morar em seu pequeno carro, mas ela desejava, de coração, poder proporcionar algo mais para sua criança. Certa noite, depois de brincar um pouco com um jogo de tabuleiro e ler algumas estórias, a mãe mandou seu filho ir brincar do lado de fora até a hora de ir dormir. Enquanto o garoto se distraía, ela sofria sobre o talão de cheques. De repente, ouviu vozes e deu uma olhada pela janela. Lá estava o gerente do acampamento falando com seu filho: - Hei, garoto, você não gostaria de ter um lar de verdade? A mãe ficou tensa, prendeu a respiração e chegou mais perto da janela para ouvir a resposta. Uma emoção muito forte tomou conta daquele coração de mãe, tão sofrido e tão dedicado, quando ouviu a resposta de seu filho: - Mas nós já temos um lar de verdade. Só não temos, por enquanto, uma casa para colocá-lo. Em sua inocência infantil, aquele garotinho de apenas cinco anos de idade, já sabia o que é um verdadeiro lar. Há tantas construções luxuosas, tantos castelos imensos, que servem apenas para proteger seus habitantes das intempéries, mas não se prestam a oferecer o calor do afeto de um lar aconchegante. O espaço físico pode ser amplo, mas se não houver os laços do amor, não será um lar de verdade. Uma casa é fácil de construir, mas também é fácil de desmoronar, basta uma forte tempestade, um terremoto, um maremoto, ou outro fenômeno equivalente. Mas a construção de um lar requer um investimento diferente. É preciso muita atenção, renúncia, entendimento, perdão, ternura, afeto, companheirismo e confiança. Um lar assim jamais será destruído, porque seus alicerces são invisíveis e resistentes até mesmo às mais ameaçadoras catástrofes. Dentro desses lares, dificilmente o vício terá acesso. Mas se por acaso penetrar sorrateiramente, logo será vencido pelo diálogo sóbrio que faz parte dessa construção. As lutas podem ser difíceis, mas a união baseada no amor vencerá sempre porque suas estruturas são inabaláveis. Quantas famílias vivem sob o mesmo teto e não se conhecem... Quantos familiares se isolam nos vastos cômodos, carregando sozinhos seus dramas sem compartilhar com ninguém, pois são estranhos vivendo na mesma casa. Mas se há um lar verdadeiro, podem faltar recursos financeiros e até o necessário, mas os laços do afeto estarão sempre bem apertados, dando sustentação e esperança para aqueles que nele vivem. .............................. O lar é um templo onde podemos cultivar e manter as mais puras afeições e os mais sagrados laços de amor. Por isso, façamos do nosso lar um santuário onde se possa aspirar o aroma da felicidade e fruir o néctar da paz.
Autor: Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria desconhecida.
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Escrito por dalvaniralopes às 09h36
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Rolinho de frango recheado de presunto defumado com tapioca picante
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Ingredientes: 8 filés pequenos de peito de frango sem pele 16 folhas de manjericão 250 g de presunto defumado em tiras bem finas sal e pimenta do reino a gosto Tapioca picante 5 colheres (sopa) de farinha de tapioca 3 colheres (sopa) de leite de coco 1 pitada pimenta-caiena sal a gosto
Modo de Preparo: Lave os filés de frango, seque e coloque entre dois pedaços de filme plástico. Bata cuidadosamente com um batedor próprio para carne, para que os filés fiquem finos, mas sem rasgar. Tempere-os com sal e pimenta-do-reino. Abra-os e disponha as folhas de manjericão e o presunto defumado. Enrole os filés como rocambole, embrulhe em filme plástico ou papel-manteiga e feche as laterais com um barbante de cozinha. Coloque os rolinhos na parte superior de uma panela própria para cozimento a vapor e encaixe na parte de baixo com água fervente. Tampe a panela e cozinhe por 25 minutos, ou até a carne ficar macia. Retire do fogo e reserve. Tapioca picante: misture numa tigela a farinha de tapioca, o leite de coco, a pimenta-caiena, o sal e 1/2 xícara (chá) de água. Espalhe numa assadeira refratária de modo a ficar com 2 cm de altura. Deixe descansar por 1h, período para a massa aumentar de volume. Desembrulhe os rolinhos de frango, corte em fatias e distribua nos pratos. Sirva com a tapioca (picada) e decore com tomate seco e cebolinha francesa. Se preferir, regue com azeite de oliva.
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Escrito por dalvaniralopes às 09h35
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Bolinho de arroz recheado com lingüiça
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Ingredientes: Bolinho de Arroz 4 xícaras (chá) de arroz cozido 1 ovo 1/2 xícara (chá) de queijo-de-minas curado ralado 1/2 xícara (chá) de ervas frescas picadas (salsinha, coentro e cebolinha verde) 2 xícaras (chá) de óleo de soja para fritar 150 g de lingüiça calabresa defumada em pedaços pequenos sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto Salada folhas de 1/2 pé médio de chicória crespa folhas de 1/2 pé médio de alface americana 10 tomates-cereja médios partidos ao meio 3 colheres (sopa) de azeite de oliva sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
Modo de Preparo: Bolinho de arroz: coloque no processador o arroz, o ovo, o queijo, o sal e a pimenta-do-reino. Bata até obter uma massa homogênea, adicione as ervas, acerte o sal, misture e reserve. Aqueça numa panela 2 colheres (sopa) de óleo, acrescente a lingüiça e frite, mexendo de vez em quando, por 4 minutos, ou até ficar cozida. Retire do fogo. Com a massa, modele os bolinhos recheando com a lingüiça. Em outra panela, aqueça bem o óleo restante e, aos poucos, frite os bolinhos até ficar dourado e cro¬cante por fora. Retire com uma escu¬madeira e coloque sobre toalha de papel para eliminar o excesso de óleo. Distribua nos pratos as folhas de chicória e alface, o tomate-cereja e polvilhe o sal e a pimenta-do-reino. Regue com o azeite de oliva e disponha os bolinhos de arroz. Sirva com mostarda.
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Escrito por dalvaniralopes às 11h56
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05 de DEZEMBRO
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- Início da Festa Judaica de Chanucá (ou Chanuká ou Chanukkah), a 'consagração' (ano de 2007). Parabéns ao povo judeu!
- Dia Internacional dos Voluntários. Parabéns a todos nós, voluntários, que dedicamos parte de nossas vidas à comunidade, visando construir um mundo melhor para
as futuras gerações ! A Assembléia Geral da ONU convidou os Governos a comemorar todos os anos, a 5 de Dezembro, o Dia Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Econômico e Social, e exortou-os igualmente a adotar medidas para que se tenha maior consciência da importante contribuição dada pelos voluntários, o que incentivará mais pessoas de todas as condições a oferecer os seus serviços como voluntários, tanto no seu país como no estrangeiro (resolução 40/212, de 17 de Dezembro de 1985). Em 2001, Ano Internacional dos Voluntários, a Assembléia Geral aprovou um conjunto de recomendações sobre as formas como os governos e o sistema das Nações Unidas poderiam apoiar o voluntariado e pediu que fossem amplamente divulgadas (resolução 56/38, de 5 de Dezembro de 2001);
- Fundação da Cruz Vermelha Brasileira, importante instituição internacional, no Rio de Janeiro-RJ, em 1908!
- Nascimento de Walt Disney (Walter Elias Disney), o "mago dos sonhos infantis" (Disney On-Line), em Chicago, Illinois-USA, no ano de 1901. A crença de Walt Disney: 'Imagine, Acredite, Sonhe e Ouse' (Think, Believe, Dream, Dare);
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- Morte de Dom Pedro II (Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga), no exílio, em Paris-França, no ano de 1891;
- Morte de Mozart (Wolfgang Amadeus Mozart), compositor erudito clássico, em Viena-Austria, no ano de 1791;
Escrito por dalvaniralopes às 09h40
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É comum, em nossos dias, ouvirmos reclamações por parte de pessoas que se sentiram desrespeitadas em seus direitos. É o médico que marca uma hora com o paciente e o deixa esperando por longo tempo, sem dar satisfação. É o advogado que assume uma causa e depois não lhe dá o encaminhamento necessário, deixando o cliente em situação difícil. É o contador que se compromete perante a empresa em providenciar todos os documentos exigidos por lei e, passados alguns meses, a empresa é autuada por irregularidades que este diz desconhecer. É o engenheiro que toma a responsabilidade de uma obra, que mais tarde começa a ruir, sem que este assuma a parte que lhe diz respeito. É o político que promete mundos e fundos e, depois de eleito, ignora a palavra empenhada juntos aos seus eleitores. Esses e outros tantos casos acontecem com freqüência nos dias atuais. É natural que as pessoas envolvidas em tais situações, exponham a sua indignação junto à sociedade, e reclamem os seus direitos perante a justiça. Todavia, vale a pena refletirmos um pouco sobre a origem dessa falta de honradez por parte de alguns cidadãos. Temos de convir que todos eles passaram pela infância e, em tese, podemos dizer que não receberam as primeiras lições de honra como deveriam. Quando os filhos são pequenos, não damos a devida atenção às suas más inclinações ou, o que é pior, as incentivamos com o próprio exemplo. Se nosso filho desrespeita os horários estabelecidos, não costumamos cobrar dele uma mudança de comportamento. Se prometem alguma coisa e não cumprem, não lhes falamos sobre a importância da palavra de honra. Assim, a palavra empenhada não é cumprida, e nós não fazemos nada para que seja. Ademais, há pais que são os próprios exemplos de desonra. Prometem e não cumprem. Dizem que vão fazer e não fazem. Falam, mas a sua palavra não tem o peso que deveria. É importante que pensemos a respeito das causas antes de reclamar dos efeitos. É imprescindível que passemos aos filhos lições de honradez. Ensinar aos meninos que as irmãs dos outros devem ser respeitadas tanto quando suas próprias irmãs. Que a palavra sempre deve ser honrada por aquele que a empenha. Ensinar o respeito aos semelhantes, não os fazendo esperar horas e horas para só depois atender como que estivéssemos fazendo um grande favor. Enfim, ensinar-lhes a fazer aos outros o que gostariam que os outros lhes fizessem, conforme orientou Jesus. Não há efeito sem causa. Todo efeito negativo, tem uma causa igualmente negativa. Por essa razão, antes de reclamar dos efeitos, devemos pensar se não estamos contribuindo com as causas, direta ou indiretamente.
Autor: Equipe de Redação do Momento Espírita.
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Escrito por dalvaniralopes às 09h36
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Vencido pela profunda angústia da minha mágoa, despertei quando o jovem rosto da manhã adornado de luz e o mar de nuvens viajeiras, me convidaram para o banquete do dia. Levantei e percebi que não fora um pesadelo... A presença da sua ausência era a mais pura e triste realidade... Não sei dizer ao certo se é a presença da ausência ou a ausência da presença, ou talvez seja, simplesmente, saudade... Lá fora tudo respirava perfume e os braços do vento, carregando o pólen da vida, cantavam nos ramos do arvoredo delicada canção... Saí a correr para fora, tentando fugir da furna escura dos meus padecimentos. A presença invisível do bem-amado fazia-me arder em febre de ansiedade, enquanto os pés ligeiros das horas corriam à frente impondo-me fadiga e desconforto... Embriagado pela saudade, meu ser ansiava pela paz... Em vão tentei exaurir as forças para livrar-me da dor, mas não conseguia libertar-me do punhal da melancolia cravado no coração, e da lembrança da sua ausência... Quando, enfim, a tarde se escondeu ao longe das montanhas altaneiras, outra vez tombei em mim mesmo, extenuado e só... Naquele momento desejei que o Todo Poderoso me dominasse com os fortes recursos da soberana misericórdia, livrando-me de mim mesmo... Parecia que não mais suportaria o espinho da saudade cravado em meu peito, já dorido e exausto... A ausência da sua presença queimava as fibras mais sutis da minha alma. E a presença da sua ausência me feria o coração dilacerado e só... A noite devorou o dia, e, ao escancarar a sua boca negra, mostrou a primeira estrela engastada no manto escuro, vencendo as sombras... Minutos depois, miríades de astros brilhantes compuseram o diadema da vitória total da luz... Só então, solitário e meditativo, compreendi como a minha canção de dor chegara ao ouvidos do Criador, que me respondeu em vibrações fulgurantes de esperança à distância... Só então compreendi que não há escuridão que resista a um simples raio de luz, e decidi acender a chama da esperança em minha alma. E só então, pude ouvir o Sublime Cancioneiro do silêncio e Suas melodias repletas de sons e paz, convidando-me a confiar em Seu infinito poder e entregar-me aos braços suaves da esperança... .................................... Se o manto escuro da saudade pesa sobre os seus ombros, ilumine-o com as pérolas da oração sincera em favor do bem-amado que partiu. Preencha a ausência da presença com a lembrança dos momentos compartilhados nas horas alegres, e confie no reencontro feliz.
Autor: Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. LII, do livro Estesia, ed. BIGRAF – Bahiana Ind. Gráfica Ltda.
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Escrito por dalvaniralopes às 15h31
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Escrito por dalvaniralopes às 15h25
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04 de DEZEMBRO
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- Dia do Orientador Educacional. Parabéns a todos esses valorosos profissionais !
- Dia Mundial da Propaganda. Saudações a todos os que se dedicam a essa atividade!
Escrito por dalvaniralopes às 15h19
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Escrito por dalvaniralopes às 15h12
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03 de DEZEMBRO
- Dia Internacional das Pessoas com Deficiência (AACD). Saudações à AACD e a todos os portadores de deficiência, exemplos maiores para nós outros ! Em 1992, no final da Década das Pessoas com Deficiência (1983-1992), a Assembléia Geral da ONU proclamou 3 de Dezembro como 'Dia Internacional das Pessoas com Deficiência' (resolução 47/3). A Década fora um período de tomada de consciência e de adoção de medidas para melhorar a situação das pessoas com deficiência e para promover a igualdade de oportunidades. Posteriormente, a Assembléia Geral pediu aos Estados Membros que celebrassem, todos os anos, o Dia Internacional, tendo em vista favorecer a integração das pessoas com deficiência à sociedade (resolução 47/88);
Escrito por dalvaniralopes às 11h59
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UMA DOAÇÃO INSIGNIFICANTE
Ela passa pelo conjunto residencial três vezes na semana. Quase todos a conhecem.
Faça frio ou faça sol, ela anda pelas ruas empurrando seu pesado carrinho, recolhendo papéis, latas, vidros. Tudo que possa ser vendido para reciclagem.
Nunca está zangada. Quando perguntamos se ela consegue sustentar a família, daquela forma, diz: Sim, graças a Deus.
Quando lhe indagamos a respeito dos filhos, ela nos informa que sua filha está casada, tem um bebê. Que eles têm dificuldades para suprir todas as necessidades da criança e, por isso, ela auxilia o casal.
Também diz que tem um menino de oito anos, que está na escola.
Já nos habituamos a guardar tudo separado, para lhe facilitar a tarefa: metal, vidro, papel.
Ela chega e vai recolhendo tudo e agradece. Agradece por lhe darmos nosso lixo.
Dia desses, resolvemos lhe oferecer algo mais. E lhe entregamos uma bandeja com quatro copos de iogurte. Nossas crianças já estão enjoadas de seu consumo.
Mudamos de marca, compramos com polpa, depois com pedacinhos de fruta, para variar.
O rosto da mulher se ilumina. Meu filho vai adorar isto, diz ela.
Dias depois nos conta da alegria do seu menino ao tomar um a cada dia. Como se fosse uma sobremesa, uma recompensa. Algo especial.
E nossos filhos cansados de se servirem sempre das mesmas coisas, desejando algo diferente. Porque vivem fartos.
Mais uns dias e, porque fosse feriado, o garoto acompanhou a mãe nas suas andanças.
Ao nos ver, no portão, foi apontando: Foi aquela dona que deu prá gente o iogurte, mãe?
E, ao sinal afirmativo, correu em nossa direção, agradecendo e dizendo como ficara feliz. Quatro dias de felicidade.
Tomei devagarinho, disse ele. Para sentir bem o gosto e não esquecer por muito tempo. Agradeço demais.
Um gesto tão simples. Algo tão pequeno. E fez tanta diferença. Quatro dias de felicidade para um menino que não passa fome, mas tem vontade de comer algo diferente.
Como nossos filhos que se levantam, saciados, da mesa e perguntam:
O que tem mais para comer?
Ou, em meio à tarde: Estou com fome. O que tem para comer nesta casa?
Mas eles não desejam pão com manteiga. Querem algo especial ao paladar.
Será que, olhando essas crianças que vivem em casebres quase a desabar, ou que acompanham os pais nas longas jornadas, catando lixo pelas ruas, pensamos que elas têm desejos especiais?
Vontade de comer chocolate, de tomar um sorvete, um hambúrguer, fritas, iogurte.
Afinal, o que apreciam os nossos filhos? Eles também.
É hora de pararmos de dar somente pão, sopa, para saciar a fome.
É hora de dar algo mais. Um capricho, mas que ilumina os olhos da infância.
Os filhos da pobreza têm sonhos, como os nossos filhos. Têm vontades, exatamente como os nossos.
Pensemos nisso e nos tornemos mais sensíveis. Podemos começar tendo em nosso carro, ou na bolsa, um chocolate, uma guloseima extra para oferecer a um deles, que encontremos pelas calçadas, pelas ruas.
E quando nos dispusermos atender as necessidades dos carentes sociais, quando pensarmos em cestas básicas, pensemos nas crianças.
E coloquemos algo mais: uma barra de chocolate, do especial que gostamos ou nossos filhos apreciam.
Um suco que acabou de ser lançado, bolachas recheadas, de boa marca, enfim, tudo aquilo que gostamos. Tudo aquilo que costumamos comprar para os nossos filhos.
Porque afinal a diferença entre aquelas crianças e as nossas é somente que não estão em nosso lar.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita. Em 27.11.2007.
Escrito por dalvaniralopes às 09h45
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