Blog de dalvaniralopes


14 de DEZEMBRO



Escrito por dalvaniralopes às 10h47
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Arroz ao creme de leite com carne

INGREDIENTES:
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 colher (sopa) de óleo de soja
  • 1 cebola pequena
  • 3 dentes de alho, cortados em pedacinhos e amassados
  • 1 colher (chá) de orégano
  • 1 colher (chá) de cominho
  • 300 g de coxão mole, cortado em pequenas tirinhas
  • 1 lata de creme de leite
  • 1 1/2 xícara (chá) de arroz
  • Rúcula a vontade para enfeitar
35min 6 porções
MODO DE PREPARO:
  1. Em uma panela aqueça uma colher (sopa) de óleo e refoque o arroz.
     
  2. Adicione três xícaras (chá) de água fervente.
     
  3. Cozinhe em fogo alto por aproximadamente 15 minutos.
     
  4. Retire a panela do fogo e deixe - a tampada por uns 10 minutos.
     
  5. Em uma frigideira, aqueça o azeite de oliva, junte a cebola, o alho, o orégano e o cominho até dourar.
     
  6. Após junte a carne e deixe fritar até ficar dourada.
     
  7. Acrescente o creme de leite e depois o arroz.
     
  8. Misture bem.
     
  9. Retire do fogo, passe para uma travessa.
     
  10. Enfeite ao redor com rúculas e pequenas folhas por cima.
     





Escrito por dalvaniralopes às 10h46
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DEUS Está Falando com Você...

Um homem sussurou: Deus fale comigo.
E um rouxinol começou a cantar, mas o homem não ouviu.

Então o homem repetiu: Deus fale comigo!
E um trovão ecou nos céus, mas o homem foi incapaz de ouvir.

O Homem olhou em volta e disse: Deus deixe-me vê-lo

E uma estrela brilhou no céu, mas o homem não a notou.

O homem começou a gritar: Deus mostre-me um milagre
E uma criança nasceu, mas o homem não sentiu o pulsar da vida.

Então o homem começou a chorar e a se desesperar:
Deus toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo...
E uma borboleta pousou suavemente em seu ombro
O homem espantou a borboleta com a mão e desiludido
Continou o seu caminho triste, sozinho e com medo.


Até quando teremos que sofrer para compreendermos que Deus está sempre aonde está a vida

Até quando manteremos nossos olhos e nossos corações fechados para o milagre da vida que se apresentas diante de nós em todos os momentos



Para você meu beijo com sabor de ...VIDA !!!

 
Autor(a) Texto: Prece Indigena


Escrito por dalvaniralopes às 10h21
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13 de DEZEMBRO



Escrito por dalvaniralopes às 11h47
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Bolo de Natal facílimo

INGREDIENTES:
  • 2 copos de farinha de trigo
  • 2 copos de açúcar
  • 2 copos de casca de abobrinha verde, ralada crua
  • 1 copo de óleo
  • 2 ovos
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de bicarbonato
  • 2 colheres (sopa) de baunilha
  • 1 colher (sopa) de canela em pó
  • 1 copo de passas a escolher
  • 1 copo de nozes picadas
1h 00min 12 porções
MODO DE PREPARO:
  1. Misture tudo e mexa bem com as mãos.
     
  2. Unte 2 formas de bolo inglês e polvilhe com farinha de trigo.
     
  3. Asse em forno médio, pré - aquecido, por aproximadamente 40 minutos, ou até dourar.
     
  4. Pode ser congelado.
     
INFORMAÇÕES ADICIONAIS:





Escrito por dalvaniralopes às 11h46
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O Zelador da Fonte

Conta uma lenda austríaca que em determinado povoado havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.
 
O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.
 
Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.
 
Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.
 
Rodas d´água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.
 
As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.
 
Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.
 
Um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.
 
De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.
 
E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.
 
Seu discurso a todos convenceu. O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador.
 
Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.
 
Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.
 
Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte.
 
Dois dias depois, a água estava escura.
 
Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.
 
O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d´água começaram a girar lentamente, depois pararam.
 
Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.
 
O conselho municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.
 
Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.
 
Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d´água voltaram a funcionar.
 
Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.
 
Assim como o conselho municipal da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.
 
Aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas.
 
Que os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.
 
Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.
 
Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.
 
Mas, sem seu trabalho o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.
 
O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.
 
Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.
 
Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para sermos felizes!
 


Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. "O Zelador da Fonte", de Charles R. Swindoll, do livro Histórias para o Coração, de Alice Gray, ed. United Press.



Escrito por dalvaniralopes às 09h59
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12 de DEZEMBRO



Escrito por dalvaniralopes às 09h51
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Caldo de mocotó com macaxeira

INGREDIENTES:
  • 1 mocotó de 1/2 kg a 2 kg, já cortado
  • 1/2 kg de macaxeira
  • 3 cebolas grandes
  • 1 pimentão grande
  • 2 colheres (sopa) de colorau
  • 2 colheres (sopa) bem cheias de tempero (alho, sal, e pimenta - do - reino)
  • 3 dentes de alho
  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • 1 colher (chá) de noz - moscada moída ou raspada
  • 1 colher (sopa) bem cheia de orégano
  • 1 colher (sopa) de pimenta - do - reino moída
  • 1 colher (sopa) de coentro moído, ou 3 a 4 ramos verdes
  • 1 colher (chá) bem cheia de alecrim picadinho
  • 2 colheres (sopa) de vinagre
  • 2 colheres (sopa) de caldo de limão
  • 5 folhas de hortelã pimenta picadinha
  • 3 folhas de louro
  • 3 pimentas malaguetas amassadas
  • 3 xicaras (chá) de cheiro verde picadinho (cebolinha, salsinha, coentro)
2h 30min 25 porções
MODO DE PREPARO:
  1. Raspe com uma faca os pedaços de mocotó.
     
  2. Regue com o vinagre e o limão, e lave em água corrente.
     
  3. Bata no liquidificador, a cebola, o pimentão e 2 copos (americano) de água.
     
  4. Coloque em uma panela de pressão o óleo para aquecer.
     
  5. Adicione o colorau, o alho amassado ou picadinho, o tempero caseiro e deixe dourar.
     
  6. Coloque os pedaços de mocotó.
     
  7. Regue com o pimentão e a cebola já batidos.
     
  8. Acrescente o coentro, a pimenta - do - reino moída e a pimenta malagueta amassada à gosto.
     
  9. Adicione o alecrim, a hortelã pimenta, o orégano, o alecrim, a noz - moscada e as folhas de louro.
     
  10. Complete com água até cobrir os pedaços e tampe a panela.
     
  11. Deixe ferver na pressão por 90 minutos.
     
  12. Destampe a panela, coloque mais água, até cobrir os pedaços.
     
  13. Volte a cozinhar por mais 1 h, até a carne ficar soltando do osso.
     
  14. Descasque a macaxeira, lave em água corrente, corte em pedaços e cozinhe em uma panela comum, por vota de 30 a 40 minutos, até fiquem macias.
     
  15. Bata no liquidificador com 3 copos (americano) de água.
     
  16. Reserve.
     
  17. Retire a carne dos ossos do mocotó e bata no liquidificador.
     
  18. Coloque junto ao caldo que sobrou na panela.
     
  19. Adicione o creme de macaxeira.
     
  20. Deixe ferver.
     
  21. Se ficar muito grosso, acrescente mais água e prove o sal.
     
  22. Pode servir pequenas porções, bem quente com ovos de codorna, se gostar.
     
  23. Pode ser conservado na geladeira, por um bom tempo, pois fica em forma de geleia.
     
  24. É só esquentar as porções e servir quando desejar.
     




Escrito por dalvaniralopes às 09h48
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Tesouros Íntimos

Se você recebesse a notícia de que a sua cidade será destruída em poucas horas, certamente buscaria fugir o mais depressa possível. E nesse caso, o que levaria na bagagem?
 
Quando os soldados de Ciro, o grande, estavam prestes a invadir a cidade de Priene, na Jônia, a população preparava-se para a fuga.
 
Homens e mulheres, moços e velhos atropelavam-se, em desespero, tentando salvar seus pertences mais valiosos.
 
Apenas um homem se mantinha calmo. Era o filósofo Bias, famoso por seus dotes de cultura, moral e virtude.
 
Era tão ponderado e íntegro que foi considerado um dos sete sábios da antiga Grécia.
 
As pessoas, vendo-o tranqüilo e sereno, perguntaram se ele não iria preparar a carga que deveria levar, e ele respondeu simplesmente: "eu trago tudo comigo".
 
Aquele nobre cidadão guardava consigo os patrimônios mais valiosos da retidão, bondade e inteligência, que ninguém lhe roubaria.
 
E eram esses valores que lhe permitiam colocar-se acima das inquietações daquela hora e das preocupações com os bens efêmeros da terra.
 
Sem dúvida, somente as pessoas que constróem essas virtudes e cultivam a fé em Deus, podem permanecer tranqüilas diante de qualquer situação, por mais grave que seja.
 
Ante a notícia, por exemplo, de uma guerra atômica, capaz de aniquilar a raça humana, muitos se desesperariam e o caos se estabeleceria em pouco tempo. Só aquele que edificou na própria intimidade, os valores imperecíveis, manteria a calma.
 
Teria a certeza da providência divina e da sobrevivência da alma. A lógica e a razão lhe dariam a convicção de que, se tudo fosse destruído, nós continuaríamos a viver, pois somos imortais.
 
Estaria certo de que Deus não nos deixará ao desamparo. Se não houver condições de vida na terra, o senhor nos dará outro lugar para morar, pois na sua casa, que é o universo infinito, há muitas moradas.
 
O medo, a insegurança e o desejo de posse têm sido os grandes responsáveis pelo desespero e a depressão de muitas criaturas.
 
A insegurança, filha da falta de fé, gera uma espécie de ansiedade que facilmente conduz à depressão, infelicitando e matando a esperança.
 
O desejo desequilibrado de posse é um forte componente para o nascimento e a sustentação da violência e do desespero.
 
A vida agitada, as privações materiais, as provações morais, os conflitos de convivência familiar ou social, só serão superados com tranqüilidade por aqueles que cultivam a paz na intimidade.
 
Esses, e somente esses, é que permanecerão serenos diante de qualquer situação, por mais grave que seja. A exemplo do filósofo Bias, dirão: "eu trago tudo comigo".
 
A esse estado de alma é que Jesus se referia falando dos tesouros que a traça não come nem a ferrugem corrói, e que ladrão nenhum rouba. São bens eternos e indestrutíveis.
 
...............
 
Você é um ser criado para a eternidade. É como uma chama que jamais se apagará.
 
Procure cultivar as virtudes que o libertarão das misérias próprias da inferioridade humana.
 
E lembre-se sempre: você é herdeiro de Deus. O universo lhe pertence.
 
Para conquistá-lo basta fazer a parte que lhe cabe nesta bendita escola chamada terra, que representa um grão de areia diante do infinito.
 
Por tudo isso vale a pena começar agora a cultivar os tesouros morais que nos credenciarão ao vôo definitivo rumo à grande luz, rumo aos altos cimos, onde a felicidade já é uma realidade.
 


Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, baseado no capítulo "Depressão", do livro Temas de Hoje, Problemas de Sempre, de Richard Simonetti, ed. Boa Nova.



Escrito por dalvaniralopes às 09h45
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11 de DEZEMBRO



Escrito por dalvaniralopes às 01h00
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Frango com leite de coco

 
     

 Ingredientes:

8 coxas de frango
2 dentes de alho picado
sal e pimenta-do-reino a gosto
1 colher (chá) de cominho moído
1 colher (café) de coentro em pó
1 colher (café) de canela em po
1/2 xícara de óleo
2 cebolas cortadas em rodelas
1 vidro de leite de coco
suco de 1 limão
raspas de limão
cebolinha picada a gosto

 Modo de Preparo:
Misture 2 colheres de óleo com sal, suco de limão, pimenta, coentro, cominho e a canela, tempere as coxas com esta mistura e leve à geladeira. Marinar por aproximadamente 1 hora. Numa frigideira, refogue a cebola no óleo restante e depois frite os frangos. Junte o leite de coco, 1/2 xícara de água e cozinhe em fogo baixo até o frango estar macio.

 Dicas:
 Na hora de servir junte as raspas de limão e cebolinha picada



Escrito por dalvaniralopes às 00h55
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Um Enorme Coração

Amar o próximo como a si mesmo é preceito evangélico exaustivamente repetido.
 
Acontece que, quase sempre, não sabemos exatamente o que significa.
 
Como demonstrar amor ao próximo? Às vezes, marcamos data e vamos visitar um asilo. Preocupamo-nos em levar coisas para os idosos: doces, frutas, guloseimas. E vamos distribuindo, de mão em mão, meio às pressas. De outras vezes, deixamos de ir porque dizemos não ter dinheiro para comprar algo para levar. Como chegar de mãos vazias?
 
Nem pensamos que, para aquelas criaturas solitárias, quase sempre esquecidas dos familiares, o mais importante é alguém se dar.
 
Isto significa segurar suas mãos, levar uma tesourinha e cortar suas unhas. Lixá-las. Colocar um esmalte. Tomar de um pente e escova e fazer um penteado diferente.
 
Qual a mulher, de qualquer idade, que não gosta de se sentir bonita?
 
Amar o próximo é servi-lo onde se encontra, na circunstância que se apresente. Ceder o lugar no ônibus é sinal de urbanidade.
 
Mas, convidar o idoso, deficiente ou a mãe com o bebê ao colo a se sentar, com um sorriso nos lábios e uma frase sugestiva, como: "sente-se aqui. Ficará mais confortável" - é amor ao próximo.
 
Estar atento ao que ocorre ao redor de si. O que nos recorda daquela sorveteria famosa, sempre lotada nos dias de calor.
 
Sorvete delicioso. Sabores variados. Clientela bem atendida.
 
Homens, mulheres, crianças, todos fazem fila e aguardam pacientemente a sua vez.
 
Tudo por um sorvete gostoso. Refrescante.
 
A menina sozinha, com o dinheiro na mão, também entrou na fila.
 
Esperou, sem reclamar, mesmo quando uns garotos passaram à sua frente, sem cerimônia e sem polidez.
 
Quando chegou ao caixa, antes que pudesse falar qualquer coisa, o funcionário lhe ordenou que saísse e lesse o cartaz na porta.
 
Ela baixou a cabeça, engoliu em seco e saiu. E leu o cartaz, bem grande, na porta de entrada: PROIBIDO ENTRAR DESCALÇO!
 
Olhou para os seus pés descalços e sentiu as lágrimas chegarem aos olhos. O gosto do sorvete não comprado se diluindo na boca.
 
Ia se retirando, cabisbaixa, quando uma mão forte a tocou no ombro. Era um homem alto, grande. Para a menininha, ele parecia um gigante.
 
Foi com ela até o meio-fio, sentou-se e tirou os seus sapatos número 44 e os colocou em frente a ela.
 
Depois, a suspendeu e enfiou os pés dela nos seus sapatos.
 
"Eu fico aqui, esperando." - disse ele. "vá buscar o seu sorvete! Não tenho pressa."
 
Ela foi deslizando os pés, arrastando os sapatos, até o caixa.
 
Comprou sua ficha e saiu, vitoriosa, com seu sorvete na mão.
 
Quando foi devolver os sapatos para aquele homem, de pés grandes, barriga grande, ela se deu conta de que se ele tinha pés enormes, muito maior ainda era o seu coração.
 
................................
 
Amar ao próximo é fazer a alegria de alguém, por mais insignificante que ela possa parecer.
 
É ter olhos de ver a necessidade embutida nos olhos tristes.
 
É ter ouvidos de ouvir os soluços afogados na garganta e os pedidos jamais expressos.
 
Amar ao próximo é simplesmente ter a capacidade de olhar um pouco além de si mesmo.
 


Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. "Pés Grandes, Coração Maior Ainda", de autor desconhecido, do livro Histórias para Aquecer o Coração dos Pais, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jeff Aubery, Mark & Chrissy Donnely, ed. Sextante.



Escrito por dalvaniralopes às 00h53
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10 de DEZEMBRO

  • Dia do PALHAÇO. Parabéns a esses 'doutores da alegria', insubstituíveis nos corações infantis!
  • Dia Internacional dos Povos Indígenas (Povos Indígenas Brasileiros). Saudações a todas as nações indígenas!
  • Dia Internacional dos Direitos Humanos (1948). É importante meditarmos acerca da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ainda tão incompreendida e desrespeitada ! Em 1950, a Assembléia Geral convidou todos os Estados e organizações interessados a celebrar, em 10 de Dezembro, o Dia dos Direitos Humanos [resolução 423 (V)]. Nesse Dia, comemora-se a aprovação, pela Assembléia Geral, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, no ano de 1948;
  • No ano de 2003, foi realizada a Primeira CÚPULA Mundial sobre a Sociedade da Informação (10 -- 12 de Dezembro de 2003). A 21 de Dezembro de 2001, a Assembléia Geral acolheu com agrado a medida tomada pelo Conselho da União Internacional das Telecomunicações (UTI), na sua sessão de 2001 (resolução 1179 de 28 de Junho), em que subscreve a proposta de realização de uma Cimeira Mundial sobre a Sociedade da Informação, no mais alto nível possível e em duas fases – em Genebra, de 10 a 12 de Dezembro de 2003, e em Tunes, no ano de 2005 (resolução 56/183). A Assembléia convidou a UTI a assumir o principal papel diretivo no secretariado executivo da Cúpula e no seu processo preparatório. Convidou os governos a participarem ativamente no processo preparatório da Cimeira e a se fazerem representar, no mais alto nível possível. Convidou também a comunidade internacional a contribuir, a título voluntário, para o fundo especial que a UTI criou para a Cimeira;
  • Nascimento de Clarice Lispector (Clarice Lispector), romancista brasileira, em Tchelchenik-Ucrânia, no ano de 1920;
  • Nascimento de Cassia Eller (Cássia Eller), cantora da MPB, no Rio de Janeiro-RJ, em 1962;
  • Nascimento de Luciana Vendramini (Luciana Vendramini), atriz brasileira, em Jaú-SP, no ano de 1971;
  •  
  • Nascimento de Floriano Peixoto (Floriano Peixoto Cordeiro de Farias), ator brasileiro, no Rio de Janeiro-RJ, em 1958;
  • Morte de Alfred Nobel (Alfred Bernard Nobel), químico sueco e idealizador do PRÊMIO NOBEL (Nobel Prize), em San Remo-Itália, no ano de 1896.




Escrito por dalvaniralopes às 10h29
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Fritada de abóbora ( jerimum) com tomate

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 Ingredientes:

2 xícaras (chá) de abóbora( jerimum)-moranga ralada
1 cebola média picada em pedaços pequenos
2 tomates médios sem sementes e picados
4 colheres de (sopa) de ervas frescas picadas (salsinha, manjericão e cebolinha verde )
4 colheres (sopa) de farinha de trigo peneirada
4 ovos
1/2 xícara (chá) de leite desnatado
5 colheres de (sopa) de azeite de oliva sal e pimenta-do-reino a gosto

 Modo de Preparo:
Preaqueça o forno à temperatura média (180ºC). Misture numa tigela a abóbora( jerimum), a cebola, os tomates, as ervas e tempere com o sal. Numa tigela, coloque a farinha de trigo, os ovos, o leite, 4 colheres (sopa) de azeite de oliva, o sal e a pimenta-do-reino. Bata até obter um creme e reserve. Unte uma assadeira refratária de 20cm x 28cm com o azeite de oliva restante, disponha a mistura de abóbora e cubra com o creme. Leve ao forno por 30 minutos, ou até dourar. Retire do forno, corte a fritada, disponha nos pratos e sirva com salada de folhas, rabanete e erva-doce, temperada com azeite de oliva, limão, sal e pimenta-do-reino a gosto.

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Escrito por dalvaniralopes às 10h27
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Ano Novo

Hoje é o dia que dá início a um novo ano.
 
É o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperanças renovadas. É um momento de alegria e confraternização.
 
As rogativas, em geral, são para que se tenha muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender.
 
Mas será que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?
 
Se Deus nos dá saúde, o que normalmente ocorre é que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimentação, bebidas alcoólicas, tabaco, ou outras drogas não menos prejudiciais à saúde.
 
Não nos damos conta de que a nossa saúde depende de nós.
 
Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.
 
Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.
 
Tudo continua sendo como na véspera. Os doentes continuam doentes, os que estão no cárcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.
 
Nós, e somente nós podemos construir um ano melhor, já que um feliz ano novo não se deseja, se constrói.
 
Poderemos almejar por um ano bom se desde agora começarmos um investimento sólido, já que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.
 
Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova direção à nossa estrada particular.
 
Se começarmos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.
 
Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas mãos no trabalho de construção de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.
 
Só há um caminho para se chegar à felicidade. E esse caminho foi mostrado por quem realmente tem autoridade, por já tê-lo trilhado. Esse alguém nós conhecemos como Jesus de Nazaré, o Cristo.
 
No ensinamento "amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo" está a chave da felicidade verdadeira.
 
Jesus nos coloca como ponto de referência. Por isso recomenda que amemos o próximo como a nós mesmos nos amamos.
 
Quem se ama preserva a saúde. Quem se ama não bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o espírito com a ira, a inveja, o ciúme etc.
 
Quem ama a Deus acima de todas as coisas, respeita sua criação e suas leis. Respeita seus semelhantes porque sabe que todos fomos criados por ele e que ele a todos nos ama.
 
Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, não tem outra saída senão construí-lo.
 
Importa que saibamos que o novo período de tempo que se inicia, como tantos outros que já passaram, será repleto de oportunidades. Aproveitá-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de nós.
 
...........................
 
O rio das oportunidades passa com suas águas sem que retornem nas mesmas circunstâncias ou situação.
 
Assim, o dia hoje logo passará e o chamaremos ontem, como o amanhã será em breve hoje, que se tornará ontem igualmente.
 
E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de ano passado e assim sucessivamente.
 
Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na construção do amanhã feliz que desejamos, pois a eternidade é feita de segundos.
 


Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no livro Repositório de Sabedoria, verbetes: oportunidade e tempo.



Escrito por dalvaniralopes às 09h54
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