4 de Janeiro
Nascida em Foligno, perto de Roma, no ano de 1248, a história de conversão e santidade de Ângela é muito animadora para nós, pois tudo indica para a ação do Espírito Santo, que é o real santificador da nossa carne tendida ao pecado e a tentação. Santa Ângela de Foligno...rogai por nós!
Escrito por dalvaniralopes às 17h15
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Escrito por dalvaniralopes às 11h48
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Escrito por dalvaniralopes às 11h48
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o Carro Karla Adriany
Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e comportamento era uma decepção para seus pais que, como bons cristãos, sonhava em vê-lo formado e bem sucedido. Um belo dia o bom pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar de comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado para a Faculdade de Medicina, lhe darei um carro de presente. Por causa do carro o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que mudança do rapaz não fruto de uma conversa sincera, mas apenas do interesse de ter um automóvel. Isso era mau! O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim o grande dia chegou! Fora aprovado no curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel. Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou as mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse. A partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam o pai e o filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu. No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: “Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor. A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência”. Corroído de remorso, o filho caiu em um profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele que você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que também há um “cheque escondido” em todas as adversidades da vida.
Escrito por dalvaniralopes às 09h51
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SANTO DO DIA
SANTA GENOVEVA...ROGAI POR NÓS! |
Escrito por dalvaniralopes às 11h58
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Escrito por dalvaniralopes às 11h55
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Conta-se que por volta do ano 250 a.C, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula: - Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura. E a filha respondeu: - Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz. À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio: - Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da china. A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc... O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado. Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe. Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena. Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu: - Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis. ..................................... A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor.
Autor: Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto de autor desconhecido.
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Escrito por dalvaniralopes às 09h41
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Escrito por dalvaniralopes às 11h53
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Meu irmão e eu chegávamos sempre em casa com muita fome, ao regressar da escola. Um dia, como eu pedisse de comer, minha mãe pôs-nos diante de meio bolo, na mesa da cozinha. Colocando uma faca ao lado do bolo, disse: - Um de vocês vai cortar o bolo, mas o outro vai poder escolher, em primeiro lugar, o seu pedaço. Meu irmão, querendo fazer-se de esperto, deitou logo mão da faca e ia, evidentemente, cortar o bolo em dois pedaços desiguais. Mas, de repente, parou. Olhando primeiramente para nossa mãe e, depois, para mim, cortou o bolo exatamente no meio. E esperou que eu me servisse.Qualquer pedaço que eu escolhesse daria no mesmo: nenhum de nós sairia prejudicado. E comemos, alegremente, as porções idênticas. Desde então, fosse o que fosse que houvesse a repartir - pão com manteiga, doces, pastéis, bolos ou balas -, tudo era sempre dividido conscienciosamente em partes iguais. Isso nos ensinou um respeito, que nunca conheceu arrefecimento, para com os direitos daqueles com quem tínhamos que compartilhar alguma coisa.
Autor: Da obra "E, Para o Resto da Vida...", Wallace Leal V. Rodrigues, ed. O Clarim.
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Escrito por dalvaniralopes às 09h42
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31 de DEZEMBRO
- Mensagem de Final de Ano de Ban Ki-Moon, Secretário-Geral das
Nações Unidas;
- Dia da Esperança: Esperança - Scheilla; Esperança - Mario Quintana; Soneto da Perdida Esperança - Carlos Drummond; A Esperança - Augusto dos Anjos. Que possamos cultivar, a cada dia, nossa esperança em Um Mundo Melhor, de PAZ e FELICIDADE, a partir dos votos de um FELIZ ANO NOVO ! “ A esperança torna as grandes coisas pequenas, e as pequenas, grandes. ” (Catão - Marcus Porcius Cato - 234 a.C. / 149 a.C. )
- Dia da Corrida Internacional de São Silvestre, em São Paulo-SP, iniciada no ano de 1925 !
- Naufrágio do barco de turismo "Bateau Mouche IV", no Rio de Janeiro-RJ em 1988;
Escrito por dalvaniralopes às 00h23
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Cuscuz de frango defumado |
INGREDIENTES:
- 5 colheres de sopa de azeite
- 1 cebola ralada
- 11 tomates maduros sem pele e nem sementes
- 1 pimentão vermelho ou amarelo picado
- 3 folhas de couve picadas
- salsinha, sal e pimenta-do-reino a gosto
- 1 frango defumado Sadia sem pele, desfiado em lascas grossas
- 4 xícaras de há de farinha de milho
- 1 xícara de chá de farinha de mandioca torrada
Para decorar:
- 10 rodelas de tomate
- 2 ovos cozidos
- 1 pimentão verde cortado em tiras
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MODO DE PREPARO:
- Refogue a cebola no azeite, coloque os tomates picados, o pimentão,1/2 l de água, tempere com sal e pimenta e deixe cozinhar por 10 minutos.
- Junte a couve, o cheiro verde e o frango.
- Adicione aos poucos as farinhas peneiradas, mexendo com colher de pau até formar um angu.
- Unte e forre o fundo de uma fôrma grande, de buraco no meio, com rodelas de tomate, de ovos, e o pimentão verde em tiras, formando decoração.
- Coloque aos poucos o cuscuz, pressionando com uma colher para ficar bem compacto, no formato de um bolo.
- Desenforme e sirva.
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Escrito por dalvaniralopes às 11h57
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Muitas vezes, no nosso dia-a-dia, costumamos reclamar de algumas pessoas que nos atendem em lojas, supermercados, ao telefone, enfim, as pessoas que nos atendem de alguma forma. O que não nos damos conta é que também estamos entre essas pessoas. E que, como elas, também estamos nos relacionando com várias outras pessoas. Devemos pensar duas vezes antes de nos irritarmos. A irritação, a intolerância, fazem com que provoquemos males ainda maiores na sociedade que vivemos. São os pequenos desentendimentos que geram os grandes conflitos da humanidade. Por isso, não negue consideração e carinho diante de balconistas fatigados ou irritadiços. Pense nas provações que, sem dúvida, os atormentam nas retaguardas da família ou do lar. A pessoa que se revela mal-humorada, em seus contatos públicos, provavelmente carrega um fardo pesado de inquietação e doença. Aprender a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas ou bares é obrigação. Embora estejam sendo pagos para cumprir suas tarefas ou sejam subordinados a nós são seres humanos como nós mesmos. Lembre-se que todas as criaturas trazem consigo as imperfeições e fraquezas que lhes são peculiares, tanto quanto, ainda desajustados, trazemos também as nossas. Muitas vezes, nós mesmos, atormentados por algum problema a resolver, tratamos mal alguém que nos venha pedir um favor com delicadeza. O que aconteceria se essa pessoa também nos tratasse mal; ficaríamos ainda mais irritados. No entanto, se essa pessoa, apesar da nossa má-vontade, nos tratasse bem, com cortesia e gentileza, pensaríamos melhor no que estamos fazendo, podendo até mudar de atitude. Em muitos casos, o que nos falta é um pouco de tolerância. Ter tolerância é ter paciência e saber entender os problemas alheios. A tolerância deve ser aplicada indistintamente entre todos e em qualquer lugar. É lição viva de fé e elevação e não pode ser esquecida. Tolerar, no entanto, não significa conivir. Desculpar o erro não é concordar com ele. Entender e perdoar a ofensa, não representa ratifica-la, mas sim ser caridoso e compreensivo. É indispensável não entrar em área de atrito, quando puder contornar o mal aparente a favor do bem real. Perdoe as ofensas e tente entender os problemas alheios sem julgá-los preconceituosamente. Faça aos outros o que gostaria que fizessem para você. Seja uma pessoa amistosa para com todos. Contribua sempre com um pouco de amor para vencer o mal do mundo. Tolerância é caridade em começo. Exercitando-a, em regime de continuidade, você defrontará com os excelentes resultados do bem onde esteja, com quem conviva.
Autor: Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos livros Sinal Verde, cap. 14 e Convites da Vida, cap. 56, ed. FEB. |
Escrito por dalvaniralopes às 09h36
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