UM MARAVILHOSO FIM DE SEMANA PARA TODOS

REFFLEXÃO DO DIA

Abra seu coração

A sala estava repleta de convidados, todos curiosos para ver a obra de arte, ainda oculta sob o pano branco.
 
Falava-se que o quadro era lindo.
 
As autoridades do local estavam presentes, entre fotógrafos, jornalistas e outros convidados, porque o pintor era, de fato, muito famoso.
 
Na hora marcada, o pano que cobria a pintura foi retirado e houve caloroso aplauso.
 
O quadro era realmente impressionante.
 
Tratava-se de uma figura exuberante de Jesus, batendo suavemente na porta de uma casa.
 
O Cristo parecia vivo. Com o ouvido junto à porta, Ele desejava ouvir se lá dentro alguém respondia.
 
Houve discursos e elogios.
 
Todos admiravam aquela obra de arte perfeita.
 
Contudo, um observador curioso achou uma falha grave no quadro: a porta não tinha fechadura.
 
Dirigiu-se ao artista e lhe falou com interesse: A porta que o senhor pintou não tem fechadura. Como é que o Visitante poderá abri-la?
 
É assim mesmo, respondeu o pintor calmamente.
 
A porta representa o coração humano, que só abre pelo lado de dentro.
 
* * *
 
Muitas vezes mal interpretado, outras tantas, desprezado, grandemente ignorado pelos homens, o Cristo vem tentando entrar em nossa casa íntima há mais de dois milênios.
 
Conhecedor do caminho que conduz à felicidade suprema, Jesus continua sendo a visita que permanece do lado de fora dos corações, na tentativa de ouvir se lá dentro alguém responde ao seu chamado.
 
Todavia, muitos O chamamos de Mestre, mas não permitimos que Ele nos ensine as verdades da vida.
 
Grande quantidade de cristãos fala que Ele é o médico das almas, mas não segue as prescrições d'Ele.
 
Tantos dizem que Ele é o irmão maior, mas não permitem que coloque a mão nos seus ombros e os conduza por caminhos de luz...
 
Talvez seja por esse motivo que a Humanidade se debate em busca de caminhos que conduzem a lugar nenhum.
 
Enquanto o Cristo espera que abramos a porta do nosso coração, nós saímos pelas janelas da ilusão e desperdiçamos as melhores oportunidades de receber esse Visitante ilustre, que possui a chave que abre as portas da felicidade que tanto desejamos.
 
E se você não sabe como fazer para abrir a porta do seu coração, comece por fazer pequenos exercícios físicos, estendendo os braços na direção daqueles que necessitam da sua ajuda.
 
Depois, faça uma pequena limpeza em sua casa íntima, jogando fora os detritos da mágoa, da incompreensão, do orgulho, do ódio...
 
Em seguida, busque conhecer a proposta de renovação moral do Homem de Nazaré.
 
Assim, quando você menos esperar, Ele já estará dentro do seu coração como convidado de honra, para guiar seus passos na direção da luz, da felicidade sem mescla que você tanto deseja.
 
* * *
 
O olhar de Jesus dulcificava as multidões.
 
Seus ouvidos atentos descobriam o pranto oculto e identificavam a aflição onde se encontrasse.
 
Sua boca, plena de misericórdia, somente consolou, cantando a eterna sinfonia da Boa Nova em apelo insuperável junto aos ouvidos dos tempos, convocando o homem de todas as épocas à conquista da felicidade.
 


Autor:
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 25 do livro Jesus no lar, pelo Espírito Néio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.

EVANGELHO DO DIA

Perfil do discípulo e missionário


ANO SACERDOTAL



Mt 10,16-23

- Escutem! Eu estou mandando vocês como ovelhas para o meio de lobos. Sejam espertos como as cobras e sem maldade como as pombas. Tenham cuidado, pois vocês serão presos, e levados ao tribunal, e serão chicoteados nas sinagogas. Por serem meus seguidores, vocês serão levados aos governadores e reis para serem julgados e falarão a eles e aos não-judeus sobre o evangelho. Quando levarem vocês para serem julgados, não fiquem preocupados com o que deverão dizer ou como irão falar. Quando chegar o momento, Deus dará a vocês o que devem falar. Porque as palavras que disserem não serão de vocês mesmos, mas virão do Espírito do Pai de vocês, que fala por meio de vocês.
- Muitos entregarão os seus próprios irmãos para serem mortos, e os pais entregarão os filhos. Os filhos ficarão contra os pais e os matarão. Todos odiarão vocês por serem meus seguidores. Mas quem ficar firme até o fim será salvo. Quando vocês forem perseguidos numa cidade, fujam para outra. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês não acabarão o seu trabalho em todas as cidades de Israel antes que venha o Filho do Homem.

Pizza de mussarela com catupiry da lane

Receita enviada por Lane

Ingredientes

SANTO DO DIA

10 de julho

Santo Antônio Percierskij

Antônio, que antes se chamava Antipas, nasceu na Ucrânia no ano de 983. Percierskij, na realidade, não é o seu sobrenome, mas sim um apelido e tem um significado: "da gruta". Trata-se de uma referência à cela, escavada por ele mesmo, no vale de Dnjepr, próximo a Kiev, que deu origem à vida monástica russa.

Antônio "da gruta", desde a adolescência, sempre buscou a solidão das cavernas, típicas de sua região, para suas orações contemplativas. Depois viveu, até os quarenta e cinco anos de idade, peregrinando solitário pelos inúmeros mosteiros do monte Athos, na Grécia. Os registros indicam que ele permaneceu alguns anos no mosteiro de Esphigmenon, quando decidiu continuar a vida de penitência e oração na sua pátria. Foi assim que escavou a primeira gruta em Kiev.

Logo surgiram muitos seguidores, e curiosos, que se sentiam atraídos pelos ensinamentos e pela fama de santidade daquele homem de oração e penitência. Todos queriam aprender com o monge sábio e justo, que nunca se mostrava irritado. Era um homem manso e silencioso, pleno de misericórdia com todos. Essa sua personalidade foi muito bem retratada pelo fiel discípulo Nestor, ao escrever "Histórias dos tempos passados".

COMEMORAMOS HOJE

10 de julho

Dia da Pizza

Depois da chegada dos italianos ao Brasil, no fim do século XIX, a pizza se tornou um prato muito popular, sobretudo na cidade de São Paulo, onde muitos desses imigrantes se instalaram. Em função dessa popularidade, em 1984, foi criado um concurso anual para eleger as dez melhores receitas de pizza de mozarela e margherita; o dia da finalíssima, 10 de julho, foi definido como a data para comemorar o Dia da Pizza.

Há relatos de que, em 11 de julho de 1889, o chefe de cozinha Raffaele Sposito recebeu a visita da rainha Margherita, da Itália, em seu restaurante, na cidade de Nápoles. Ela estava curiosa para experimentar esse prato, que já se tornara conhecido. Em homenagem a ela, Sposito preparou uma pizza com as cores da bandeira italiana: o vermelho foi representado com rodelas de tomate, o branco com queijo e o verde com folhas de manjericão. A rainha gostou muito do prato; por isso, Sposito batizou-o de pizza alla Margherita.

Ainda não está clara a origem da pizza. Alguns historiadores apontam os gregos como os autores, outros dizem que foram os egípcios. De qualquer maneira, durante muito tempo, a pizza foi consumida como um sanduíche, dobrada ao meio. Apenas os menos favorecidos economicamente a saboreavam, por ser um prato simples e barato. Nessa época, a pizza não tinha molho nem cobertura, era apenas uma espécie de pão.

REFLEXÃO DO DIA

Todo Dia Existe Deus

Um dia me perguntaram se eu acreditava em Deus.
 
Eu então lhes respondi da maneira como eu pensava
 
Entre a lua e as estrelas num galope, num tropel,
 
Pisando nas nuvens brancas eu vi Deus passar no céu.
 
Todo dia existe Deus...
 
Num sorriso de criança
 
No canto dos passarinhos,
 
Em olhar, em uma esperança
 
Todo dia existe Deus...
 
Na harmonia das cores,
 
Na natureza esquecida,
 
Na fresca aragem da brisa,
 
Na própria essência da vida,
 
Todo dia existe Deus...
 
No regato cristalino,
 
Pequeno servo do mar,
 
Nas ondas lavando as praias,
 
Na clara luz do luar
 
Todo dia existe Deus...
 
Na escuridão do infinito,
 
Todo ponteado de estrelas,
 
Na amplidão do universo,
 
No simples prazer de ve-las,
 
Nos segredos desta vida,
 
No germinar da semente.
 
Todo dia existe Deus...
 
Nos movimentos da Terra,
 
Que gira incessantemente.
 
Todo dia existe Deus...
 
No orvalho sobre a relva,
 
Na passarela que encanta,
 
No cheiro que vem da terra,
 
No sol que se levanta.
 
Todo dia existe Deus...
 
Nas flores que desabrocham,
 
Perfumando a atmosfera
 
Nas folhas novas que brotam
 
anunciando a primavera.
 
Deus é capaz,
 
Ele é paz, Deus é esperança,
 
é o alento do aflito
 
É o Criador do Universo da
 
luz, do ar, da aliança
 
Deus é a justiça perfeita,
 
que emana do coração, ao perdoar quem ofende,
 
Ele é o próprio perdão.
 
Será que você não viu o rosto de Deus?
 
No colorido mais belo dos olhos dos filhos seus...
 
Eu sei que não me enganei em tudo que lhes dizia,
 
Deus é paz, é amor, Deus é a eterna poesia.
 
Deus é constante e perene,
 
é divino, de tal sorte
 
Que sendo a essência da vida
 
é o descanso na morte.
 
Não há vida sem volta e
 
não há volta sem vida.
 
A morte não é morte,
 
é só a porta da vida.
 
No ciclo da natureza,
 
neste ir e vir constante,
 
No broto que se renova,
 
na vida que segue adiante,
 
Em quem semeia bondade,
 
em quem ajuda o irmão.
 
Colhendo felicidade,
 
cumprindo a sua missão.
 
Todo dia existe Deus...
 
No suor de quem trabalha,
 
no calo duro das mãos.
 
No homem que planta o trigo,
 
no trigo que faz o pão.
 
Você pode sentir Deus pulsar,
 
dentro do seu coração....
 


Autor:
Poema de Rita Pando - Direitos reservados à Paróquia Santa Catarina - Vila Santa Catarina - São Paulo - SP- www.paroquiasantacatarina.com.br

EVANGELHO DO DIA

Código pastoral dos apóstolos


ANO SACERDOTAL



Mt 10,7-15

Vão e anunciem isto: "O Reino do Céu está perto." Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios. Vocês receberam sem pagar; portanto, dêem sem cobrar. 9Não levem guardados no cinto nem ouro, nem prata, nem moedas de cobre. Nesta viagem não levem sacola, nem uma túnica a mais, nem sandálias, nem bengala para se apoiar, pois o trabalhador tem o direito de receber o que precisa para viver.
- Quando entrarem numa cidade ou povoado, procurem alguém que queira recebê-los e fiquem hospedados na casa dessa pessoa até irem embora daquele lugar. Quando entrarem numa casa, digam:
"Que a paz esteja nesta casa!" Se as pessoas daquela casa receberem vocês bem, que a saudação de paz fique com elas. Mas, se não os receberem bem, retirem a saudação. E, se em alguma casa ou cidade as pessoas não quiserem recebê-los, nem ouvi-los, saiam daquele lugar. E na saída sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: no Dia do Juízo, Deus terá mais pena das cidades de Sodoma e de Gomorra do que daquela cidade.

Pão da Tarde

Receita enviada por Tudo Gostoso

Ingredientes

SANTO DO DIA

9 de julho

Santa Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus

Amábile Lúcia Visintainer nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, província de Trento, no norte da Itália. Foi a segunda filha do casal Napoleão e Anna, que eram ótimos cristãos, mas muito pobres.

Nessa época, começava a emigração dos italianos, movida pela doença e carestia que assolava a região. Foi o caso da família de Amábile, que em setembro de 1875 escolheu o Brasil e o local onde muitos outros trentinos já haviam se estabelecido no estado de Santa Catarina, em Nova Trento, na pequena localidade de Vigolo.

Assim que chegou, Amábile conheceu Virgínia Rosa Nicolodi e tornaram-se grandes amigas. As duas se confessam apaixonadas pelo Senhor Jesus e não era raro encontrá-las, juntas, rezando fervorosamente. Fizeram a primeira comunhão no mesmo dia, quando Amábile já tinha completado doze anos de idade.

Logo em seguida, o padre Servanzi a iniciou no apostolado paroquial, encarregando-a da catequese das crianças, da assistência aos doentes e da limpeza da capela de seu vilarejo, Vigolo, dedicada a são Jorge. Mas mal sabia o padre que estaria confirmando a vocação da jovem Amábile para o serviço do Senhor.

COMEMORAMOS HOJE

9 de julho

Dia da Revolução Constitucionalista de 1932

São Paulo, o estado do café levantou-se contra a Revolução de 1930 e contra alguns políticos paulistas que apoiavam Getúlio Vargas. Os dirigentes do Partido Republicano Paulista (PRP) não se conformaram com a vitória da Revolução. A nomeação de um interventor em São Paulo desencadeou uma grande propaganda contra o governo federal, com lemas bem elucidativos: "São Paulo conquistado!", "São Paulo dominado por gente estranha!", "Convocação imediata da Constituinte!", "Tudo pela Constituição!".

Embora o interventor, ao sentir dificuldades para administrar o estado, tivesse pedido demissão, a onda de descontentamento e agitação prosseguiu. Na noite de 23 de maio de 1932, um grupo de populares tentou invadir a sede do partido favorável a Getúlio Vargas, na praça da República. Houve resistência; o resultado foi desastroso, com cinco vítimas fatais: os estudantes Martins, Miragaia, Dráuzio, Camargo e Alvarenga (este veio a falecer alguns meses depois). Foi assim que, em 9 de julho de 1932, rebentou a Revolução Paulista. São Paulo já possuía um governante civil e paulista, de modo que a grande reivindicação era a constitucionalização do país. Mas o estado paulista não conseguiu a adesão das oligarquias dos demais estados.

REFLEXÃO DO DIA

O exemplo sempre fala mais alto

As sandálias do discípulo fizeram um barulho especial nos degraus da escada de pedra que levavam aos porões do velho convento.
 
Era naquele local que vivia um homem muito sábio.
 
O jovem empurrou a pesada porta de madeira, entrou e demorou um pouco para acostumar os olhos com a pouca luminosidade.
 
Finalmente, ele localizou o ancião sentado atrás de uma enorme escrivaninha, tendo um capuz a lhe cobrir parte do rosto. De forma estranha, apesar do escuro, ele fazia anotações num grande livro, tão velho quanto ele.
 
O discípulo se aproximou com respeito e perguntou, ansioso pela resposta:
 
- Mestre, qual o sentido da vida?
 
O idoso monge permaneceu em silêncio.
 
Apenas apontou um pedaço de pano, um trapo grosseiro no chão junto à parede.
 
Depois apontou seu indicador magro para o alto, para o vidro da janela, cheio de poeira e teias de aranha.
 
Mais do que depressa, o discípulo pegou o pano, subiu em algumas prateleiras de uma pesada estante forrada de livros.
 
Conseguiu alcançar a vidraça, começou a esfregá-la com força, retirando a sujeira que impedia a transparência.
 
O sol inundou o aposento e iluminou com sua luz estranhos objetos, instrumentos raros, dezenas de papiros e pergaminhos com misteriosas anotações.
 
Cheio de alegria, o jovem declarou:
 
- Entendi, mestre.
 
Devemos nos livrar de tudo aquilo que não permita o nosso aprendizado.
 
Buscar retirar o pó dos preconceitos e as teias das opiniões que impedem que a luz do conhecimento nos atinja. Só então poderemos enxergar as coisas com mais nitidez.
 
Fez uma reverência e saiu do aposento, a fim de comunicar aos seus amigos o que aprendera.
 
O velho monge, de rosto enrugado e ainda encoberto pelo largo capuz, sentiu os raios quentes do sol a invadir o quarto com uma claridade a que se desacostumara.
 
Viu o discípulo se afastando, sorriu levemente e falou:
 
- Mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga.
 
Afinal, eu só queria que ele colocasse o pano no lugar de onde caiu.
 
***
 
Pense em como aquilo que você faz todos os dias, está influenciando os outros. Por isso, aja sempre no bem. Faça as coisas corretas, começando pelas pequenas coisas como, por exemplo, manter limpa a cidade.
 
Seja você aquele que não joga papel no chão.
 
Coloque-o no bolso, na bolsa, num lugarzinho no chão do carro. Quando passar por uma lixeira, deposite-o ali.
 
Seja você aquele que respeita os sinais de trânsito.
 
Não estacione seu carro sobre a calçada. Não estacione em fila dupla.
 
Respeite as filas de ônibus, do banco, do supermercado, em qualquer lugar.
 
Espere a sua vez sem reclamar nem xingar. Preserve a paz.
 
Não arranque flores dos jardins públicos, mesmo que seja para plantar em sua casa, em seu jardim. Preserve o que é de todos.
 
Enfim, dê o bom exemplo em tudo.
 
Ao seu lado, sempre haverá uma criança, um jovem, um adulto, alguém enfim que se achará no direito de fazer o que você faz, principalmente se você for alguém que ele respeita, como o pai, a mãe, o professor, o melhor amigo, o político conhecido na cidade.
 
E lembra-se: "mais importante do que aquilo que alguém mostra é o que o outro enxerga."
 


Autor:
(Fonte: Revista Presença Espírita ano XXVI nº 220 - A Lição)

EVANGELHO DO DIA

Anunciar e libertar


ANO SACERDOTAL



Mt 10,1-7

Jesus chamou os seus doze discípulos e lhes deu autoridade para expulsar espíritos maus e curar todas as enfermidades e doenças graves. São estes os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e o seu irmão André; Tiago e o seu irmão João, filhos de Zebedeu; Filipe, Bartolomeu, Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu; Tadeu e Simão, o nacionalista; e Judas Iscariotes, que traiu Jesus. Jesus enviou esses doze homens, dando-lhes a seguinte ordem: - Não vão aos lugares onde vivem os não-judeus, nem entrem nas cidades dos samaritanos. Pelo contrário, procurem as ovelhas perdidas do povo de Israel. Vão e anunciem isto: "O Reino do Céu está perto."

Torta de atum com pão de forma

Receita enviada por Lucas Augusto Pedroso

Ingredientes

SANTO DO DIA

8 de julho

Eugênio III

O papa Eugênio III nasceu em Montemagno, numa família cristã, rica e da nobreza italiana. Foi batizado com o nome de Píer Bernardo Paganelli, estudou e recebeu a ordenação sacerdotal na diocese de Pisa, centro cultural próximo da sua cidade natal.

Possuía um temperamento reservado, era inteligente, muito ponderado e calmo. Segundo os registros da época, em 1130 ele teve um encontro com o religioso Bernardo de Claraval, fundador da Ordem dos Monges Cistercienses e hoje um santo da Igreja. A afinidade entre ambos foi tão grande que, cinco anos depois, Píer Bernardo ingressou no mosteiro dirigido pelo amigo e vestiu o hábito cisterciense.

Através da convivência com Bernardo de Claraval, ele se tornou conhecido, pois foi escolhido para abrir um outro mosteiro da Ordem em Farfa, diocese de Viterbo, sendo consagrado o abade pelo papa Inocêncio II. Quando esse papa morreu, o abade Píer Bernardo foi eleito sucessor.

Dia do Padeiro (ou Dia do panificador)


A atividade panificadora no Brasil se expandiu com os imigrantes italianos. Nas grandes cidades proliferaram as padarias, muito conhecidas na cidade de São Paulo, mais especificamente no bairro do Bexiga, onde ainda são fabricados pães típicos italianos

COMEMORAMOS HOJE

8 de julho

Dia do Padeiro (ou Dia do panificador)

A profissão de padeiro tem um significado maior do que a simples feitura de pães, doces ou bolos. A história do pão e, conseqüentemente, a do padeiro, permeia toda a história da humanidade, principalmente no âmbito religioso.
O pão se tornou o símbolo da vida, alimento do corpo e da alma. Até hoje simboliza a fé, na missa católica, pois a hóstia consagrada representa o corpo de Cristo.

O pão faz parte da alimentação humana há milhares de anos a.C., quando ainda era feito com o fruto do carvalho triturado, lavado com água fervente para perder o amargor e posto a secar ao sol.

A utilização de farinhas na feitura do pão veio bem depois, visto que era usada apenas em sopas e mingaus. Mais tarde, à farinha foram adicionados outros ingredientes: mel, azeite doce, mosto e ovos, formando uma espécie de bolo que teria sido o antepassado do pão atual.

Os egípcios foram os primeiros povos que utilizaram fornos para assar pães. É também atribuído a eles o acréscimo de um líquido fermentado à massa para deixá-la mais macia e leve.
O Brasil conheceu o pão apenas no século XIX, conforme o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre. Antes disso, consumia-se o beiju.

A atividade panificadora no Brasil se expandiu com os imigrantes italianos. Nas grandes cidades proliferaram as padarias, muito conhecidas na cidade de São Paulo, mais especificamente no bairro do Bexiga, onde ainda são fabricados pães típicos italianos.

REFLEXÃO DO DIA

O momento da aurora

Certo dia, um Rabino reuniu seus alunos e perguntou:
 
Como é que sabemos o exato momento em que a noite acaba e o dia começa?
 
Quando, à distância, somos capazes de distinguir uma ovelha de um cachorro. - Disse um menino.
 
O Rabino não ficou contente com a resposta.
 
Na verdade, - disse outro aluno - sabemos que já é dia quando podemos distinguir, à distância, uma oliveira de uma figueira.
 
Não é uma boa definição. - Respondeu o sábio.
 
Qual a resposta, então? - perguntaram os garotos.
 
O Rabino falou:
 
Quando um estrangeiro se aproxima e nós o confundimos com nosso irmão, este é o momento da aurora, o momento em que a noite acabou e o dia começa.
 
* * *
 
O amor ao próximo está em todas as crenças, em todos os tempos.
 
Os mestres, os sábios, os missionários sempre ensinaram e exemplificaram esta lição, proclamando que a aurora da Humanidade virá quando descobrirmos uns aos outros, quando admitirmos que somos filhos de um mesmo Pai, que temos o mesmo objetivo e que, por isso, precisamos caminhar juntos.
 
É tempo de abrir o coração para outras almas, de deixar os preconceitos de lado, as exigências descabidas, e conviver mais com as pessoas.
 
Muitos têm medo de se ferir. Muitos se afastam de todos por egoísmo.
 
Seja você uma exceção. Seja aquele que valoriza as amizades, aquele amigo que está sempre presente, para o que der e vier, como se diz popularmente.
 
Seja aquela pessoa que gosta de ter a casa cheia, que gosta de receber visitas, que gosta de compartilhar as conquistas com os outros.
 
Seja você aquele que liga para desejar Feliz aniversário, aquele que escreve um longo cartão de Natal falando do ano que se passou, e o quanto aquela pessoa lhe foi importante.
 
Seja aquele amigo que destaca as virtudes do outro, que concorda e que discorda do que ele pensa, mas discorda com delicadeza e psicologia.
 
Seja você alguém que cumprimenta a todos, e que receba aqueles que ainda não conhece bem, com um sorriso, com um Bom dia.
 
Finalmente, seja você a aurora dos que estão à sua volta, dizendo-lhes, através de seu otimismo, que o dia se aproxima, e que a noite logo termina.
 
* * *
 
O momento da aurora se aproxima
 
Muitas vozes já proclamam a chegada de um novo tempo
 
Tempo que está no coração do homem
 
Tempo que está no calor de seu abraço.
 
O momento da aurora se aproxima
 
E a noite será passado, e o sol será presente
 
Presente para aqueles que se tornarem espelho e refletirem em seu próximo toda luz que receberem.
 


Autor:
Redação do Momento Espírita, com base no cap. O momento da aurora, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho.

EVANGELHO DO DIA

Blindados ou abertos ao Espírito de Deus?


ANO SACERDOTAL



Mt 9,32-38

Quando eles foram embora, algumas pessoas levaram a Jesus um homem que não podia falar porque estava dominado por um demônio. Logo que o demônio foi expulso, o homem começou a falar.
Todos ficaram admirados e afirmavam:
- Nunca vimos em Israel uma coisa assim! Mas os fariseus diziam:
- O chefe dos demônios é quem dá a esse homem poder para expulsar demônios.
Jesus andava visitando todas as cidades e povoados. Ele ensinava nas sinagogas, anunciava a boa notícia sobre o Reino e curava todo tipo de enfermidades e doenças graves das pessoas. Quando Jesus viu a multidão, ficou com muita pena daquela gente porque eles estavam aflitos e abandonados, como ovelhas sem pastor.
Então disse aos discípulos:
- A colheita é grande mesmo, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazerem a colheita

Bolo trufado de maracujá da Therezinha

Receita enviada por Therezinha Seckler Yoshikawa

Ingredientes

SANTO DO DIA

7 de julho

São Vilibaldo

Vilibaldo nasceu em 22 de outubro de 700, na cidade de Wessel, na Inglaterra. Pertencia à casa real dos Kents, seu pai era o rei Ricardo I e os irmãos eram Vunibaldo e Valburga. Todos eles, mais tarde, inscritos no livro dos santos da Igreja.

Ainda criança, ele foi confiado aos monges beneditinos da Abadia de Waltham, que cuidaram se sua formação intelectual e religiosa. Foi ali, entre eles, que decidiu ser também um monge. Mas, em 720, saiu do mosteiro e da Inglaterra, antes de fazer os votos definitivos, e nunca mais voltou para sua pátria. Na companhia de seu pai e seu irmão, seguiu para uma longa peregrinação, cuja meta final era Jerusalém. A viagem foi interrompida em 722, quando seu pai, o rei, morreu na Itália. Assim, ele e o irmão resolveram ficar em Roma.

Dois anos depois, sem Vunibaldo, continuou a peregrinação percorrendo toda a Palestina, que estava sob o domínio árabe. Os peregrinos, em geral, eram bem acolhidos, entretanto, por causa das tensões políticas com o Império do Oriente, Vilibaldo e outros peregrinos quase foram presos, mas puderam prosseguir o caminho em paz. Cinco anos depois, em 729, retornou para Roma.

COMEMORAMOS HOJE

7 de julho

Dia do Nascimento de Artur de Azevedo

O dramaturgo Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo nasceu no dia 7 de julho de 1855, em São Luís, Maranhão.
Aos 8 anos de idade, Artur já demonstrava tendência para o teatro. Brincava com as adaptações de textos de autores como Joaquim Manuel de Macedo e pouco depois passou a escrever as peças que ele mesmo representava.
Começou a trabalhar no comércio muito jovem, mas logo se empregou na administração provincial, da qual foi demitido por ter publicado sátiras contra o governo. Na mesma época, lançou suas primeiras comédias nos teatros de São Luís. Aos 15 anos, escreveu a peça Amor por anexins, que teve grande êxito, com mais de mil representações no século XIX.

Por incompatibilidade com a administração provincial, Artur participou de um concurso aberto em São Luís, para o preenchimento de vagas de amanuense da Fazenda. Nomeado para o cargo, transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1873 e conseguiu emprego no Ministério da Agricultura.

Foi professor de português no Colégio Pinheiro, mas foi atuando como jornalista que pôde desenvolver atividades que o projetaram como um dos maiores contistas e teatrólogos brasileiros. Fundou publicações literárias como A Gazetinha, Vida Moderna e O Álbum; também foi colaborador em A Estação, ao lado de Machado de Assis e no jornal Novidades, com os companheiros Alcindo Guanabara, Moreira Sampaio, Olavo Bilac e Coelho Neto.

Artur defendia a abolição da escravatura e escreveu textos sobre esse tema em artigos de jornal, cenas de revistas dramáticas e peças dramáticas como O liberato e A família Salazar (escrita em colaboração com Urbano Duarte e proibida pela censura imperial, embora tenha sido publicada mais tarde com o título de O escravocrata).

REFLEXÃO DO DIA

Apenas um voltou

Explicar as parábolas de Jesus, para crianças, requer arte nas palavras, requer linguagem própria e muito cuidado.
 
Recentemente, encontramos texto com tal iniciativa nobre, que alcança o seu objetivo com muita propriedade.
 
Diz assim:
 
Certa vez Jesus andava pelo caminho, quando uns homens se aproximaram Dele.
 
Aqueles homens estavam doentes. Eles eram vítimas de hanseníase, uma terrível doença de pele, na época, chamada lepra.
 
Naquele tempo, não havia tratamento para esse tipo de doença e as pessoas que ficavam enfermas eram retiradas da cidade, e tinham que ficar longe de suas famílias, de sua casa.
 
Quando alguém se aproximasse, elas deveriam gritar bem alto: "Imundo, imundo...", que quer dizer "sujo, impuro", para que as pessoas se afastassem.
 
Já pensou que vida triste? Não poder abraçar seus pais e amigos, dormir em sua cama confortável e ter de viver isolado de todo mundo?... Pois é... Aqueles homens viviam assim.
 
Mas eles ouviram falar de Jesus, e esperavam ansiosamente o dia em que pudessem encontrá-Lo.
 
Quando ouviram dizer que Jesus se aproximava, não ligaram para as regras nem para os homens, e correram até o Mestre.
 
Eles sabiam que Jesus tinha o poder de curar os doentes e sarar suas feridas. Eles sabiam que Jesus era amoroso e bom.
 
Ao se aproximarem daquele Homem de semblante tranquilo, se ajoelharam e falaram bem alto: "Senhor, cura-nos!"
 
Jesus ficou muito comovido ao ver aqueles homens, pois o Senhor conhece nosso coração e nossos sentimentos.
 
Ele sabia o quanto eles eram infelizes. Então Jesus ordenou que fossem curados e a doença imediatamente desapareceu.
 
Aquela pele machucada e cheia de cicatrizes foi transformada em uma pele lisinha e limpa igual à pele de uma criança.
 
Os homens ficaram tão felizes que começaram a se abraçar e pular de felicidade.
 
* * *
 
O que você faria se acontecesse um milagre assim em sua vida? Você sairia correndo para comemorar? Você iria correndo agradecer a Jesus?
 
Pois é. Nove homens pensaram da primeira forma, nem se lembraram de agradecer ao Mestre. Só um voltou correndo, ajoelhou-se diante de Jesus e agradeceu tão grande amor.
 
* * *
 
Podemos refletir sobre a mesma questão proposta à alma infantil: como temos agido em nossos dias, perante os tantos gestos de carinho que recebemos?
 
Desde a ajuda mais simples, os pequenos favores e cortesias às grandes dádivas que recebemos, como a saúde, o corpo perfeito ou não, a oportunidade da vida.
 
Será que estamos nos comportando como os nove que nem sequer voltaram para um simples agradecimento? Ou já conseguimos valorizar tudo o que recebemos, e cultivamos em nós a virtude da gratidão?
 
Se pararmos para pensar, perceberemos que são tantas coisas para agradecer!
 
Tantas coisas, que talvez, se as percebêssemos mais frequentemente, teríamos menos espaço nos pensamentos para as reclamações, as queixas, as tristezas.
 
Reflitamos se estamos sendo suficientemente gratos em nossas vidas...
 


Autor:
Redação do Momento Espírita.

EVANGELHO DO DIA

O toque de Deus

ANO SACERDOTAL



Mt 9,18-26

Enquanto Jesus estava falando ao povo, um chefe religioso chegou perto dele, ajoelhou-se e disse:
- A minha filha morreu agora mesmo! Venha e ponha as mãos sobre ela para que viva de novo.
Então Jesus foi com ele, e os seus discípulos também foram. Certa mulher, que fazia doze anos que estava com uma hemorragia, veio por trás de Jesus e tocou na barra da capa dele.
Pois ela pensava assim: "Se eu apenas tocar na capa dele, ficarei curada."
Jesus virou, viu a mulher e disse:
- Coragem, minha filha! Você sarou porque teve fé.
E naquele momento a mulher ficou curada. Depois Jesus foi para a casa do chefe religioso. Quando viu os que tocavam música fúnebre e viu a multidão numa confusão geral, disse:
- Saiam todos daqui! A menina não morreu; ela está dormindo!
Então começaram a caçoar dele. Logo que a multidão saiu, Jesus entrou no quarto em que a menina estava, pegou-a pela mão, e ela se levantou. E a notícia a respeito disso se espalhou por toda aquela região.

RECEITA DO DIA

Bolo zebra

Receita enviada por Carolina Fádel Viana Magalhães

Ingredientes

SANTO DO DIA

6 de julho

Santa Maria Goretti

Maria Goretti, humilde camponesa, nasceu em 16 de outubro de 1890 na cidade de Corinaldo, província de Ancona, Itália. Seus pais, Luiz e Assunta, criavam os sete filhos em meio à penúria de uma vida de necessidades, mas dentro dos preceitos ditados por Jesus Cristo.

A menina Maria, por ser a mais velha, cresceu cuidando dos irmãos pequenos em casa, enquanto os pais labutavam no campo. Uma de suas irmãs, mais tarde, tornou-se freira franciscana. As dificuldades financeiras eram tantas que a família migrou de povoado em povoado até fixar-se num povoado inóspito chamado Ferrieri. Nessa localidade, a família passou a residir na mesma propriedade de João Sereneli, ancião de sessenta anos de idade que tinha dois filhos, Gaspar e Alexandre, este com dezoito anos de idade. Assim, todos trabalhavam na lavoura enquanto a jovem Maria cuidava da casa e dos irmãos pequenos.

6 de julho

Dia do Aniversário da Morte do Poeta Castro Alves

Antônio Frederico de Castro Alves, nasceu em 14 de março de 1847, na Fazenda Cabaceiras, no município de Muritiba, Bahia onde iniciou seus estudos. Em 1860 ele foi estudar no Ginásio Baiano, onde escreveu seus primeiros versos. Em 1862, Castro Alves e seu irmão, José Antônio, foram morar em Recife. Em junho desse mesmo ano, foi publicada sua poesia A Destruição de Jerusalém, no Jornal do Recife.

Aos 15 anos de idade, Castro Alves almejava ser advogado. Enquanto se preparava para enfrentar as provas desse curso, começou a se destacar entre os poetas empolgados pelas idéias liberais do abolicionismo.
Com apenas 17 anos, Castro Alves iniciou seus estudos de direito. Na faculdade, conheceu Tobias Barreto, um abolicionista. Não demorou muito para abandonar os estudos, e voltar à Bahia, onde ficou por algum tempo.
Em 1866, Castro Alves voltou a Recife, depois do falecimento de seu pai, e matriculou-se, novamente, no segundo ano de direito e fundou a Sociedade Abolicionista com Rui Barbosa, Regueira Costa, Plínio de Lima e outros companheiros de faculdade.

Antes de concluir o curso, Castro Alves, na época com 20 anos, conheceu Eugênia Câmara, uma atriz, e por ela se apaixonou. Foi para Eugênia que ele escreveu o drama histórico Gonzaga, também conhecido como A Revolução de Minas. Essa peça foi encenada em Salvador. Em seguida, Castro Alves partiu com Eugênia para o Rio de Janeiro, onde foi apresentado a Machado de Assis por José de Alencar.

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